Capítulo 511: Capítulo 511: Eu sabia que você gosta do meu corpo selvagem

A carne assada foi preparada por ordem de Nangong Yehen, enquanto Chu Lingzhi aprendia a nadar, e os guardas a assaram na entrada da caverna.

Os guardas capturaram dois coelhos selvagens bem gordos, assaram os dois, um para eles e um para Nangong Yehen.

— Vamos passar a noite aqui também? — perguntou Chu Lingzhi.

— Você gosta daqui? — Nangong Yehen rasgou um pedaço de carne e o entregou a ela.

Chu Lingzhi pegou e sorriu: — Gosto.

Ela já tinha aprendido a nadar o suficiente e queria continuar praticando.

Antes não achava, mas agora que estava aprendendo, nadar era uma atividade tão divertida.

Nangong Yehen a observava com um sorriso nos olhos. Ela estava com a tez rosada e os braços expostos, tão brancos que brilhavam.

— A fonte termal de enxofre deixou sua pele ainda mais lisa — ele riu.

— A fonte termal de enxofre fortalece o corpo e trata doenças de pele — disse Chu Lingzhi. — No futuro, você deve vir mais vezes, assim as cicatrizes nas suas costas não ficarão tão evidentes.

Nangong Yehen olhou para ela: — Você tem medo das minhas cicatrizes nas costas?

Chu Lingzhi deu uma mordida na carne. O aroma preenchia a boca, delicioso!

— Não tenho medo, não — Chu Lingzhi não ligava para as cicatrizes dele, disse com calma: — As cicatrizes nas suas costas te deixam mais selvagem.

Nangong Yehen estendeu a mão e, com o dedo sujo de gordura, traçou uma linha no rosto delicado dela: — Eu sabia que você gosta do meu corpo selvagem.

Chu Lingzhi sentiu o rosto esquentar e rebateu: — Você também gosta do meu corpo macio e cheio.

— Você acertou, isso é um prêmio para você — os olhos do homem estavam cheios de um sorriso intenso, e ele rasgou outro pedaço de carne para ela.

Chu Lingzhi estava realmente faminta e comeu sem cerimônia.

Ao lado do cobertor, havia algumas frutas silvestres e água mineral. Ela planejava comer a carne e depois as frutas.

Esse tipo de vida primitiva agradava bastante a ela.

Normalmente, a vida na Mansão Nangong era confortável demais; vir aqui para passar um pouco de aperto também era bom.

Só que... vir aqui era passar aperto? Era aproveitar o tempo a dois.

Depois de se fartarem, entraram na barraca para descansar.

Depois de dormir a tarde inteira, Chu Lingzhi quis sair para tomar um ar.

Nangong Yehen ficou mais do que feliz em levá-la para fora. Guardaram a barraca e o cobertor, e Chu Lingzhi levou as roupas molhadas.

Ela pendurou as roupas molhadas nos galhos na entrada da caverna, para o vento secar.

— Para onde você quer ir? — Nangong Yehen colocou o braço no ombro dela, perguntando de forma descontraída.

O ar fresco enchia suas narinas, e Chu Lingzhi, revigorada, olhou ao redor.

— Vamos só dar uma volta por perto.

— Tudo bem — Nangong Yehen apontou para não muito longe, onde havia um caminho pequeno. — Vamos seguir por esse caminho.

Aqui, embaixo dos pés era mato, e acima, galhos; não era fácil andar.

Na frente, havia um caminho pequeno; depois de passar por ele, ficava mais fácil.

Chu Lingzhi concordou com a cabeça: — Tudo bem.

Nangong Yehen mudou para segurar a mão dela. Um guarda caminhava na frente deles, e outro atrás, protegendo-os no meio.

Seguiram o caminho pequeno devagar, observando as montanhas e rios.

O terreno aqui era vasto, mas não íngreme. Enquanto andavam, encontraram uma pedra grande e muito peculiar.

A pedra estava deitada ali, como uma cama de solteiro.

— Cansada? — Nangong Yehen parou ao lado da pedra, olhando para Chu Lingzhi com ternura.

Chu Lingzhi não estava cansada, mas sabia que ele perguntava se ela estava cansada porque queria parar ali.

Ela concordou com a cabeça e disse: — Estou cansada.

— Vamos descansar um pouco aqui, então — Nangong Yehen a abraçou e sentou-se, depois dispensou os guardas: — Vão procurar algumas frutas silvestres para matar a sede do chefe.