Capítulo 283: Capítulo 283 Vamos dormir bem

Nangong Yehen curvou os lábios, com um olhar profundo para ela. "Não sou um deus imortal."

Mesmo que fosse um deus imortal, precisaria comer, beber e dormir.

"Este é o meu quarto." Chu Lingzhi franziu levemente a testa.

"Toda a mansão é minha." Nangong Yehen deitou-se diretamente ao lado dela.

"..."

Ele era grande e, ao deitar-se, ocupou muito espaço, forçando Chu Lingzhi a se mover para dentro.

Ele virou a cabeça e ergueu as sobrancelhas. "Por que deitar tão longe?"

Chu Lingzhi sorriu. "Estou te dando espaço."

"Vem para cá!" ordenou ele.

"Senhor Nangong, vamos dormir bem."

"Maldito!" Nangong Yehen estendeu a mão e a puxou para perto.

Agora ele estava acostumado a dormir abraçado com ela assim.

Esse hábito era realmente irritante.

Perto dele, o nariz dela se enchia com o cheiro dele.

Chu Lingzhi sentiu um calor no coração e suas bochechas ficaram levemente rosadas.

De repente, lembrou-se do que aconteceu hoje e não pôde deixar de perguntar: "Senhor Nangong, como sabia que Di Rui Yingxue iria me matar no parque de diversões?"

Nangong Yehen não respondeu à pergunta dela, mas perguntou: "Você se arrepende?"

"Arrepender de quê?" Chu Lingzhi não entendeu.

Nangong Yehen tinha um olhar profundo. "Se não nos conhecêssemos, Di Rui Yingxue não tentaria te matar."

Chu Lingzhi piscou os olhos, com um brilho no olhar.

Não sabia por quê, ao ouvir isso, sentiu um aperto no coração.

Sentia que, se não estivesse ao lado dele, ele se sentiria muito solitário e desolado...

Embora ele fosse o Rei da Cidade, um homem no auge de sua carreira.

As pessoas ao redor dele eram todas aquelas com interesses em jogo e subordinados.

Ela não era sua esposa, mas era a mãe de seu filho.

O filho era um parente importante para ele neste mundo, e como mãe, ela também ocupava um lugar de parentesco.

Ao lado dele, só havia alguns parentes.

Mas por causa de sua identidade, ele trazia perigo para seus parentes.

Chu Lingzhi de repente se sentiu muito aliviada. Seu corpo pequeno se moveu, aproximando-se mais do dele.

"Não me arrependo. Assim, tenho muita segurança." Ela sorriu.

O braço forte e áspero dele servia de travesseiro para ela. Ser abraçada assim não só a fazia sentir-se segura, mas também aquecia seu coração.

"Um dia, não terias medo de morrer por minha causa?" perguntou Nangong Yehen, claro, ele não deixaria que isso acontecesse.

"Morrer por amor, não tenho medo!" disse Chu Lingzhi com certeza.

Ao ouvir isso, os olhos de Nangong Yehen brilharam, ele curvou os lábios e seu sorriso se intensificou. "Então, estás dizendo que te apaixonaste por mim?"

"..."

Ao ouvir isso, Chu Lingzhi ficou tão envergonhada que quis morder a língua.

Nangong Yehen olhou para ela e percebeu que suas bochechas estavam vermelhas como o amanhecer, e sorriu levemente.

"Amar é amar, não precisa ter vergonha. Um homem tão bonito e charmoso como eu, nenhuma mulher fica indiferente."

Ao ouvir isso, Chu Lingzhi franziu os lábios com desdém. Que narcisista.

Mas era verdade. Um homem tão bonito como ele, qual mulher não se sentiria atraída?

Corpo, rosto, temperamento, poder, dinheiro... tudo estava nele.

"Já que o Senhor Nangong tem tantas mulheres que o amam, já amou alguém?" perguntou Chu Lingzhi com um sorriso.

Nangong Yehen tinha um olhar profundo. "Agora quero te amar."

Sua mão, maliciosamente, apertou levemente o seio dela.

Chu Lingzhi gemeu de dor, e uma corrente elétrica subiu dos dedos dos pés.

Esse gemido de dor, aos ouvidos de Nangong Yehen, era sem dúvida uma tentação.

Como se estivesse viciado, ele apertou novamente.

Essa sensação estranha fez Chu Lingzhi querer gemer.

Ela segurou a mão dele, impedindo seu movimento.