— Se ele me chamasse de Lingzhi, eu também ficaria muito feliz. — Lingzhi — disse Chu Junyu, sorrindo para ela. — Lingzhi, você é muito bonita. — Cai fora — respondeu Chu Lingzhi, rindo, mas de repente seu humor melhorou. — Mamãe, você é parcial. Quando o velhinho te chama de Lingzhi, você fica feliz; quando eu chamo, você manda eu cair fora. — Chu Junyu fez beicinho e olhou para Nangong Yehen, dizendo melancolicamente: — Nangong, a partir de agora vamos ignorar a Lingzhi. — Por enquanto, vou precisar dela — disse Nangong Yehen, com um sorriso charmoso e bonito. — Por quê? — Chu Junyu piscou os olhos, pensando: Será que o papai está gostando da mamãe? — Meu ferimento precisa dos cuidados dela. — Lá fora tem tantas enfermeiras bonitas, por que você não chama uma para vir aqui? — Por que usar uma paga se tenho uma de graça em casa? — Nangong Yehen tocou a ponta do nariz dele. Chu Junyu pensou um pouco e concordou: — É verdade, o que é de graça em casa deve ser bem aproveitado. Papai, você vai se casar com a mamãe um dia? Ao ouvir isso, Chu Lingzhi se apressou e puxou Chu Junyu para fora do colo de Nangong Yehen. — Chu Junyu, seu irmão já subiu para fazer a lição de casa, você quer enrolar? — Minha lição de casa posso fazer à noite, não tem pressa. — Você não termina na escola antes de voltar? — Nangong Yehen ergueu uma sobrancelha. — Ah, aquilo era matemática, meu inglês ainda não fiz. — Se não fez, sobe logo e faz — ordenou Chu Lingzhi, mandando-o embora. — Tá bom, vou subir, não vou atrapalhar o romance de vocês — disse Chu Junyu com um sorriso malicioso. Chu Lingzhi ficou com o rosto levemente vermelho, encarando Chu Junyu. Esse pestinha, quem está tendo romance com quem? Depois que os dois filhos saíram, o rosto bonito de Nangong Yehen voltou a ficar frio como gelo. — Vou fazer um macarrão para você — disse Chu Lingzhi, indo em direção à cozinha. — Você não quer que este senhor se case com você no futuro? — A voz grave e magnética do homem soou. Chu Lingzhi estremeceu, virou-se e olhou para ele surpresa: — Senhor Nangong, o que você disse? Nangong Yehen ergueu os olhos, olhando para ela com um sorriso irônico, e repetiu o que tinha dito. — Senhor Nangong, não brinque com isso. O olhar dele não era profundo o suficiente, ela não acreditaria que ele fosse se casar com ela. — Muitas mulheres querem se casar comigo. Chu Lingzhi sorriu: — Elas são elas, eu sou eu. Nangong Yehen curvou os lábios: — Isso não é diferente de se casar comigo? Você já é minha mulher. Chu Lingzhi parou de sorrir e olhou para Nangong Yehen: — Senhor Nangong, acho que você está há muito tempo sem comer carne. Vou fazer um macarrão com carne magra para você. Ela entrou rapidamente na cozinha, sem querer continuar aquela conversa. Na cozinha, Lin Ling preparava o jantar. Ela tinha ouvido tudo o que foi dito. — Senhorita Chu, por que você não quer se casar com o Senhor Nangong? — Lin Ling perguntou, sorrindo, com um brilho estranho nos olhos. — Ele não me ama, por que eu me casaria com ele? — disse Chu Lingzhi, achando graça. Lin Ling, porém, não concordou: — Se ele quisesse se casar comigo, mesmo que não me amasse, eu aceitaria. Chu Lingzhi a olhou de relance: — Boba apaixonada. — Você não acha que o Senhor Nangong é o homem mais bonito do mundo? — Não acho. Acho que ele é o homem mais frio do mundo. Ao ouvir isso, Nangong Yehen não pôde deixar de sorrir. Essa mulher... Nesse momento, seu telefone tocou. Era Mo Qiang. — Fala! — Ao atender, o rosto de Nangong Yehen ficou subitamente gelado. — Senhor, eles são todos irmãos de Mo Er Cong, em vida.