Capítulo 360: Capítulo 360 Capítulo 354 A Bola Está Soltando Bolhas (Pedindo Votos Mensais)

Capítulo 354: A Bola Está Soltando Bolhas (Pedindo Votos Mensais)

As pernas ficaram moles, toda a força do corpo foi drenada. Ma Tian não ousava desviar o olhar, já sentia que os dois turistas ao seu lado estavam mudando.

Os passos se aproximavam. Ele olhou pela fresta da porta do armário e viu Bai Qiulin, com o corpo torto, segurando a porta com uma das mãos.

Quando Ma Tian pensou que Bai Qiulin fosse abrir o armário, quem diria que ele tiraria um cadeado e, lentamente, trancaria a porta!

Vendo isso, Ma Tian finalmente entendeu tudo antes de desmaiar.

"Então os três... são todos fantasmas!"

O grito ecoou pela Vila do Caixão Vivo, e o Corredor Wang e a Gata Mestra, que corriam desesperadamente, também ouviram.

"Ma Tian é sempre o mais calmo. Se ele gritou de medo, é porque encontrou algo extremamente aterrorizante."

O coração da Gata Mestra afundou. Cinco pessoas entraram, e em menos de quinze minutos, três já haviam desaparecido.

O mais assustador é que até agora ela não fazia ideia do que tinha acontecido com seus companheiros.

O suor frio escorria sem parar da testa. Diferente de Ye Xiaoxin, ela não era muito corajosa, por isso montou uma equipe para entrar junto na avaliação da casa mal-assombrada.

"Seus amigos não parecem muito confiáveis." O Corredor Wang estava com a resistência muito baixa; depois de correr um pouco, já não aguentava mais.

"É que esta casa mal-assombrada é muito sinistra!" Com a tensão no auge, a Gata Mestra também deixou cair a máscara. Não perdia mais energia tentando manter uma aparência fofa; sua mente estava cheia de imagens aterrorizantes.

"Vamos sair do cenário primeiro. Não adianta bancar o durão e sofrer à toa agora."

"Está bem."

A Gata Mestra apoiou o Corredor Wang, e os dois voltaram ao centro da vila. Olhando para as várias ruas, ambos ficaram paralisados.

"Quando chegamos, por qual caminho viemos?"

"Corredor Wang, o problema agora não é qual caminho pegar! Quando chegamos, não havia tantas ruas assim!" A Gata Mestra quase chorou.

"Se acalme. Não se esqueça do que você faz." O Corredor Wang pegou o celular: "Ainda bem que filmei quando cheguei."

Ele deslizou a tela e encontrou um caminho que parecia semelhante ao da chegada.

"Deve ser este."

Os dois seguiram por aquela rua, mas quanto mais andavam, mais sentiam que algo estava errado.

"Quando entramos na vila, levamos só alguns minutos para chegar ao centro. Agora saindo, por que parece que está cada vez mais sombrio?" A Gata Mestra olhou para o celular do Corredor Wang: "Será que erramos?"

Com o passar do tempo, o cenário da Vila do Caixão Vivo começava a revelar seu verdadeiro terror. As lanternas de papel branco nas laterais das ruas emitiam uma luz vermelha fraca, e tudo se tornava diferente.

"Erramos mesmo?" O Corredor Wang comparou com o celular. No começo, a rua era muito parecida com a do vídeo, mas quanto mais andavam, mais diferenças apareciam: "Então vamos voltar ao centro da vila e escolher outra."

"Talvez não dê mais para voltar." A Gata Mestra agarrou a mão do Corredor Wang e correu para dentro de um pátio ao lado. Assim que se esconderam, ouviram na rua o som de crianças cantando.

"De repente, cinco dias se passaram, o morto é enterrado em paz. A trombeta toca uma melodia triste, tambores e cornetas alegres celebram."

Duas crianças com máscaras vermelhas como sangue passaram pulando pela porta. Pareciam ter apenas sete ou oito anos, e suas vozes eram claras, mas combinadas com o ambiente, transmitiam uma sensação muito sinistra e estranha.

"Parece que foram longe."

A Gata Mestra quis olhar para fora, mas o Corredor Wang a segurou: "Não saia! E se as crianças estiverem agachadas na porta agora? Se esta casa mal-assombrada for tão sem limites quanto você disse, elas podem muito bem fazer isso."

"Mas ficar aqui também não é solução." A Gata Mestra apertou a gola: "Corredor Wang, você notou que a temperatura caiu um pouco?"

"Não, você deve estar muito nervosa." O Corredor Wang era muito cauteloso. Pegou o celular e olhou ao redor: "Vamos inspecionar este pátio, primeiro limpar um lugar seguro."

As lanternas de papel branco emitiam uma luz vermelha fraca, e no ar se espalhava um cheiro indescritível. A areia dos dois lados se soltava, e uma acácia morta balançava levemente.

"Isso é controlado por mecanismos?" O Corredor Wang olhou para a acácia balançando e empurrou o tronco com as mãos. Ele só queria ver que mecanismo fazia a árvore tremer, mas quem diria que a acácia cairia com um empurrão: "Os adereços são muito mal feitos."

Assim que o Corredor Wang terminou de falar, a Gata Mestra puxou-o com força: "Corredor Wang, olhe debaixo da árvore!"

Debaixo da acácia morta havia um buraco, e dentro dele estava enterrado um corpo de cabeça para baixo, com os pés para fora.

"Que design é esse?" Nem o Corredor Wang nem a Gata Mestra esperavam que houvesse algo enterrado debaixo da acácia.

"A árvore é só uma acácia comum, sem mecanismos. Será que foram esses pés que se mexeram, fazendo a árvore tremer? O mecanismo está no corpo?" O Corredor Wang olhou para o modelo do corpo enterrado de cabeça para baixo no buraco, mas conteve sua curiosidade a tempo e se afastou: "Que cenário doentio."

A Gata Mestra seguiu o Corredor Wang, agarrada em seu braço: "Ainda vamos entrar na casa?"

"Deixe-me pensar." O Corredor Wang segurava o celular, agora também com um pouco de medo.

Os dois pararam no meio do pátio, quando de repente ouviram um som de água vindo de algum lugar, como se um peixe tivesse saltado da superfície.

O ambiente estava muito silencioso, e aquele som repentino chamou a atenção dos dois.

"O som parece vir do tonel d'água." A Gata Mestra se escondeu atrás do Corredor Wang. Já tinha esquecido sua identidade de avaliadora de casas mal-assombradas, e também que sua maquiagem já estava borrada de medo, parecendo só um pouco melhor que um fantasma.

"Vamos, dar uma olhada." O Corredor Wang criou coragem e se aproximou do tonel. Perto dele, não sentiu nada de estranho; era um tonel comum, só que na superfície da água flutuava uma bola branca.

"Quando entramos no pátio, não tinha nada flutuando no tonel!" O Corredor Wang não entendia: "De onde veio essa bola branca?"

A luz era fraca, não dava para ver bem. Quando chegaram ao lado do tonel, o Corredor Wang e a Gata Mestra ouviram de repente um som como o de peixes soltando bolhas.

"A bola está soltando bolhas?"

O Corredor Wang inclinou o corpo para frente, ligou a lanterna do celular e iluminou o tonel.

A luz atravessou a superfície da água, iluminando a "bola" redonda e roliça.

A boca se entreabriu. Não era uma bola, era uma cabeça humana inchada e pálida!

Com um splash, o fantasma dentro do tonel saltou de repente. A luz forte pareceu lembrá-lo de algo desagradável.

O rosto inchado e pálido veio direto para a frente. O Corredor Wang ficou tão assustado que jogou o celular para longe e correu desesperadamente para trás, mas antes de dar alguns passos, tropeçou em algo.

Ele olhou para o chão, que lembrava ser plano, mas agora o modelo do corpo que estava com os pés para cima no buraco, não se sabe quando, tinha virado de cabeça para cima!

Um rosto ria com um som gutural, como se estivesse prestes a sair do buraco da árvore.

As pernas do Corredor Wang ficaram moles, e ele se arrastou para fora do pátio com todas as forças. Mas naquele momento, do lado de fora do portão, ouviu-se novamente a canção das crianças.

"O velho senhor, sentado diante do caixão, com um rosto sério e solene. Adultos e crianças observam, enquanto o filho enlutado tem os joelhos doloridos de tanto se ajoelhar."