Capítulo 677: Capítulo 677: Um Novo Começo (26)

A vovó Lu sabia que, mesmo sentindo pena do neto, o velho já havia dado a palavra. Mesmo que dissesse algo, não mudaria nada. Ela apenas baixou a cabeça e suspirou.

Lu Yonghui perguntou com uma voz sem emoção: "Qianqian, vou deixar isso com você. Se aquela mulher for razoável, tudo bem. Se não for, você decide como agir, desde que não haja mortes."

Olhando para os outros três, Wang Qianqian sabia que só ela poderia fazer isso. Ela assentiu e disse: "Eu sei até onde ir. Amanhã mesmo vou falar diretamente com Bai Han."

A vovó Lu, com um pouco de pesar e preocupação, recomendou: "Qianqian, lide com isso com cuidado. Se for na marra, o Zhengqiang pode teimar e complicar as coisas."

Wang Qianqian assentiu. Afinal, ele saíra da sua barriga; como não conheceria o temperamento de Zhengqiang?

Com medo de que na escola houvesse muitas pessoas e olhares curiosos, Wang Qianqian decidiu esperar Bai Han na porta de sua casa, até ela voltar da escola.

De longe, viu a mulher da foto, de mãos dadas com a filha, vindo conversando e rindo. Não dava para negar: Bai Han era uma mulher muito bonita; senão, não teria enfeitiçado Zhengqiang daquele jeito.

Wang Qianqian desceu do carro e se aproximou das duas, sorrindo: "Com licença, a senhora é Bai Han? Sou a mãe de Lu Zhengqiang, Wang Qianqian. Pode me chamar de Sra. Wang."

Bai Ling arregalou os olhos, que brilhavam. Nossa, dias atrás veio uma admiradora do Cara de Pau investigar a situação; hoje veio a mãe dele. Estavam agindo rápido! Bai Ling queria gritar para o céu: mais um drama novelesco. Uma família nobre desprezando a nora de origem humilde. Além da aparência, ela ainda tinha um filho de outro casamento; menos qualificação ainda. Bai Ling decidiu na hora: Cara de Pau está fora.

O objetivo inicial de Bai Ling era encontrar um homem que realmente gostasse de sua mãe Bai Han, que fosse atencioso e carinhoso, mesmo que fosse uma pessoa comum. Antes, achava que Lu Zhengqiang era só um pequeno guarda, sem grande importância. Nunca imaginou que o Cara de Pau também fosse... Mas, na situação atual, embora o Cara de Pau gostasse de sua mãe Bai Han, se a família dele não concordasse e fizesse sua mãe sofrer, isso iria contra o desejo de Bai Ling de ver sua mãe feliz e ter uma vida tranquila. Era melhor viverem as duas sozinhas do que deixar sua mãe Bai Han passar por humilhações.

Bai Han sorriu e respondeu educadamente: "Sra. Wang, prazer em conhecê-la!" Lembrando-se da declaração estranha que Lu Zhengqiang lhe fizera dias atrás, dizendo que não deixaria ela e Xiaoling sofrerem, ela sabia que aquela Sra. Wang devia estar ali por causa de Lu Zhengqiang. Embora a Sra. Wang estivesse sorrindo, seus olhos eram frios, sem calor. Bai Han já imaginava o motivo da visita. Deixaria as coisas seguirem seu curso natural. Desde que saíra da sombra de Shi Jinghai, aprendera a controlar seus sentimentos. Ainda bem que não tinha começado nada com Lu Zhengqiang; senão, sofreria de novo.

Wang Qianqian viu que Bai Han não se rebaixava nem se exaltava. Olhou para a menina ao lado; devia ser a filha de Bai Han. Mãe e filha se pareciam muito. Que pena.

"Não me convida para entrar?" Wang Qianqian perguntou baixinho, não querendo continuar a conversa na porta. Era uma questão de honra, podia ser grave ou leve.

Considerando que ela era mãe de Lu Zhengqiang, Bai Han assentiu e, com olhos brilhantes como uvas pretas, disse sorrindo: "Entre, por favor!" Não disse mais nada. Para alguém como a Sra. Wang, não adiantava falar bem; era melhor manter a dignidade. Entrou primeiro, levando Bai Ling.

"Xiaoling, sirva chá para a Sra. Wang! Só temos chá de crisântemo em casa. Se não quiser, só água mesmo." Bai Han virou-se para Bai Ling e disse, piscando para ela. Com o gesto brincalhão da mãe, Bai Ling soube que ela lidaria bem com a situação e ficou tranquila.

"Água mesmo." Wang Qianqian olhou ao redor. Tudo era muito simples; não devia ter chá bom. Melhor beber água.

Bai Ling serviu chá de crisântemo para si e para a mãe, e água para Wang Qianqian. Vendo os olhos de Wang Qianqian, como radares, examinando sem parar a decoração do cômodo, ela torceu o canto direito da boca, cheia de desprezo.

"Obrigada, Xiaoling. Vá fazer sua lição. A mãe precisa conversar com a Sra. Wang." Bai Han ajeitou carinhosamente as dobras na roupa de Bai Ling e arrumou seu rabo de cavalo bagunçado, dizendo baixinho.

Bai Ling sabia que a mãe temia que a Sra. Wang dissesse coisas desagradáveis e por isso a mandava sair, protegendo-a o tempo todo. Bai Ling fingiu concordar. Saiu, foi para seu quarto e depois se escondeu atrás da janela. Vendo o passarinho, colocou o dedo nos lábios: "Shh~". O passarinho, que corria alegre, parou imediatamente e imitou Bai Ling, andando na ponta dos pés. Às vezes, Bai Ling mal acreditava que aquilo era um pássaro; era mais esperto que gente.

"Srta. Bai, vim aqui para pedir que se afaste do Zhengqiang. Ele é nosso único filho, todas as esperanças da família estão nele. Por favor, não atrapalhe o futuro dele." Wang Qianqian foi direta. Vendo que Bai Han parecia ser uma pessoa culta e educada, rodeios não seriam a melhor abordagem.

Bai Han mexeu o crisântemo no copo com uma colher. O chá levemente amarelado soltava vapor, e um aroma agradável se espalhava, acalmando seu coração inquieto.

Wang Qianqian sentiu o cheiro e olhou para a água em seu copo. Se soubesse que o chá de crisântemo era tão cheiroso, também teria pedido um. Depois, riu de si mesma: mal tinha começado o assunto sério e já se distraía com aquele chá.

Bai Han tomou um gole de chá para umedecer a garganta e disse sorrindo: "Sra. Wang, lamento, mas não posso atender ao seu pedido."

"O quê? Não seja ingrata!" Wang Qianqian levantou-se de repente, perguntou com voz aguda e fez menção de ir embora.

Bai Han continuou sentada, sem nem levantar os olhos, e prosseguiu: "Porque nós dois nunca estivemos juntos. Dias atrás, o guarda Lu me declarou seus sentimentos, mas eu disse a ele claramente: sou uma mulher divorciada, com um filho. Sei que minhas condições não são compatíveis com as dele. Então, para aceitar namorar com ele, uma das condições era: se a família dele não concordasse, eu não daria continuidade ao relacionamento. Nosso contato se limitaria a amigos comuns."

Wang Qianqian parou, olhando fixamente para a expressão de Bai Han, um pouco incrédula. Mas os olhos puros de Bai Han não mostravam nenhuma intenção oculta. Ela perguntou, duvidando: "Sério?"

Bai Han sorriu amargamente: "Claro que é sério. Quando fui jovem enviada ao campo, estive com outro homem. A família dele não gostava de mim. Mesmo tendo um filho, no final nos separamos. Então, prometi a mim mesma que jamais esqueceria isso. Esta é a minha casa. Não posso impedir o guarda Lu de vir aqui, mas se ele não me procurar, jamais o procurarei."

Ouvindo as palavras de Bai Han, a expressão de Wang Qianqian melhorou um pouco. Ela forçou uma frase: "Espero que cumpra sua promessa. Não seja falsa, indo atrás do Zhengqiang para choramingar pelas costas."

Bai Han esboçou um sorriso de escárnio e riu: "Isso não é uma promessa, é meu princípio de vida. Ajo com honestidade e não preciso prometer nada a ninguém. Vendo que diz isso, acho que minha decisão foi sábia." Embora já esperasse aquilo, Bai Han sentiu um pouco de decepção. Aqueles olhos expressivos já apareciam com frequência em sua mente.

"Está bem, Sra. Bai. Agradeço sua compreensão. Vou explicar ao Zhengqiang como tudo aconteceu. Espero que cumpra sua palavra." Wang Qianqian saiu triunfante, mas sua expressão relaxada mostrava que estava de bom humor.

Bai Ling admirava profundamente sua mãe, Bai Han. Ainda bem que ela tinha feito faculdade e ganhava dinheiro, podia falar com firmeza. Embora não fossem ricos nem poderosos, tinham capacidade de defender sua dignidade.

Bai Ling entrou, segurando um passarinho esculpido em pedra, e disse baixinho: "Mãe, você ainda tem a mim." Atrás, o passarinho de verdade batia as asas, como se quisesse dizer que também estava ali.

Wang Qianqian voltou para casa radiante e contou a todos o resultado da conversa com Bai Han. O velho Lu nem piscou. Pelo menos Bai Han fora sensata; senão, teria sido difícil resolver. "Assim sendo, a postura e a educação de Bai Han não são ruins. Só não é adequada para uma família como a nossa. Que pena." A vovó Lu suspirou.

Lu Wenhui assentiu e disse a Wang Qianqian: "Qianqian, nestes dias, marque um encontro com a família Jiang. Vamos discutir o casamento das duas famílias e resolver isso o mais rápido possível, para evitar que Zhengqiang se desvie do caminho." Lu Wenhui estava com tanta pressa porque seu poder estava sendo corroído por outra família; precisava de força externa para recuperar sua influência anterior.

"É verdade, Qianqian. Convide a família Jiang para jantarmos juntos." A vovó concordou. Embora sentisse pena, respeitava a opinião de todos. O neto se apaixonar por uma mulher assim era realmente difícil de lidar.

O velho Lu assentiu e disse: "Faz tempo que não bebo com o velho Jiang, hehe."

"E como vamos contar isso ao Zhengqiang?" Wang Qianqian perguntou preocupada. "Embora Bai Han não vá importunar o Zhengqiang, esta é a primeira vez que ele nos fala de alguém de quem gosta. Se não combinarmos com ele antes, na hora do encontro com a família Jiang, pode ficar desagradável."

O velho Lu limpou a garganta e disse: "Deixo isso comigo. Amanhã à noite vou falar com o Zhengqiang." Todos sabiam como o velho Lu agiria: ameaças e chantagens, no fim das contas.

Quando Lu Zhengqiang chegou em casa, foi direto ao escritório do avô. Especialmente ao ver o olhar de pesar da avó na entrada, ele soube que as coisas não seriam simples.

"Vovô, o que o senhor quer comigo?" Lu Zhengqiang viu o velho Lu manuseando antiguidades, sem nem olhar para ele. Seu coração ficou ainda mais inquieto.

Depois de um bom tempo, o velho Lu ergueu a cabeça e disse: "Bai Han não é adequada para nossa família. Portanto, não a procure mais. Isso será melhor para vocês dois."

"Vovô, e se eu disser que não posso viver sem ela?" Lu Zhengqiang perguntou calmamente.

O velho Lu apenas revirou os olhos, sem qualquer emoção, e riu com desprezo: "Não tenho coragem de mexer em você, mas fazer duas pessoas desaparecerem deste mundo é muito fácil. Quer tentar?"

Sabendo que o avô nunca voltava atrás em suas decisões, Lu Zhengqiang apertou as mãos, controlando as emoções. Aquela era sua família. Por poder, tratavam vidas como ervas daninhas. Essa também era a razão pela qual, mesmo gostando de Bai Han desde que a vira anos atrás, ele demorara tanto para se declarar. Tinha medo de que a família não concordasse. Por isso, concentrara-se em ganhar méritos, mas a família ainda assim não aceitava.

Não queria que seu amor fosse um fardo para Bai Han, muito menos que colocasse em risco a vida dela e de sua filha. Diante do avô, ele não conseguia proteger Bai Han e a filha. Só lhe restava guardá-las no coração e amá-las em silêncio. O temperamento sereno de Bai Han também não combinava com uma vida numa família como a sua.

Lu Zhengqiang não sabia como saiu de casa. Andou sozinho pela rua, devagar. Quis fumar um cigarro, mas descobriu que não tinha isqueiro. Com um sorriso amargo, jogou o cigarro no lixo. Andou a noite toda até chegar à porta da casa de Bai Han. Não fez mais nada, apenas ficou parado ali. Talvez amanhã fosse o fim. Mas Lu Zhengqiang não se arrependia. Na vida, só naquilo tinha sido teimoso uma vez. Embora não tivesse conquistado o amor de Bai Han, pelo menos a pessoa de quem gostava sabia de seus sentimentos. Isso já o satisfazia.

De manhã cedo, Bai Han se levantou para correr e se exercitar. Ao abrir a porta, viu Lu Zhengqiang com o queixo escuro de barba por fazer, o cabelo um pouco bagunçado, o semblante abatido, mas os olhos ainda tão calmos.

"O que você veio fazer aqui?" Bai Han perguntou curiosa, assustada com a aparição tão cedo. Depois, lembrou-se de que só a visita da mãe dele dias atrás poderia ter deixado o guarda Lu, tão preocupado com a aparência, naquele estado.

Lu Zhengqiang sorriu amargamente, chutou uma pedrinha e disse solenemente: "Xiaohan, me desculpe. Depois que me declarei a você, percebi que não tenho capacidade de protegê-la agora. Portanto, não tenho mais o direito de amá-la. Perdoe meu egoísmo. Espero não ter afetado sua vida normal."

Bai Han sorriu compreensivamente. A luz da manhã incidia sobre seus longos cílios, realçando ainda mais a beleza de seu rosto delicado. Bai Han sabia que Lu Zhengqiang era um homem íntegro, por isso não se importou. Como não havia investido, não sentia dor, apenas uma pequena decepção. Disse: "Guarda Lu, obrigada pela preocupação. Mesmo que não possamos ser amantes, ainda podemos ser amigos. Não começamos nada, então não preciso do seu perdão."

O coração de Lu Zhengqiang doeu novamente com as palavras de Bai Han. Pela primeira vez, odiou sua identidade. Por que tinha que nascer numa família daquelas? Sem liberdade, com um fardo nos ombros que o sufocava. Ninguém se importava com o que ele realmente queria.

Lu Zhengqiang olhou para Bai Han, tão perspicaz, com gratidão, e disse baixinho: "Obrigado." Virou-se e foi embora, com medo de que, se andasse mais devagar, não conseguisse se afastar. Bai Han observou a silhueta de Lu Zhengqiang diminuir até desaparecer na esquina. Adeus, Zhengqiang, pensou Bai Han, permitindo-se também um momento de fraqueza para retribuir o amor que ele lhe dedicara.

Toda manhã, quando Bai Han saía para correr, o passarinho a seguia. Quando Lu Zhengqiang chegou, o passarinho, fofoqueiro de plantão, voou rapidamente para casa e puxou Bai Ling, que ainda estava escovando os dentes. Bai Ling, vendo o comportamento estranho do passarinho, nem esperou para cuspir a espuma de pasta de dente e correu para se esconder atrás da porta. Estava longe e não ouviu direito. Só viu Lu Zhengqiang se virar e ir embora, tão decidido. Entendeu que aquela pequena flor de amor da mãe ainda não tinha desabrochado e já murchara.

Mas, vendo que a mãe não parecia triste, Bai Ling se acalmou e voltou para terminar de escovar os dentes. Não dava para continuar assim. Seu objetivo ao renascer não era fazer a mãe ter uma vida boa e se casar com alguém decente? Antes, dera uma chance a Shi Jinghai, mas ele não a aproveitara. Se fosse seguir o mesmo caminho de antes, então não a culpassem se ela fosse impiedosa. Já colocara Shi Jinghai na lista negra. Homens comuns não ousavam cortejar a mãe; além disso, a maioria não passava no crivo dela. Os que tinham algum status e talento desprezavam Bai Han por ser uma mulher comum, ainda mais com ela, um estorvo.

Bai Ling passou o dia pensando. Tinha um espaço misterioso, mas quase não o usava. Era uma criança, tinha medo de tudo, agia com receio. Se fosse adulta, poderia evitar muitos problemas. Será que deveria contar à mãe sobre o espaço?

Pensando em Wu Meifen, aquela loba cruel, na ingratidão de Shi Jinghai, no desprezo da família Lu, que julgava os outros pela condição social, e no desdém e ciúme de Jiang Wenwen em relação à mãe, Bai Ling achou que ser discreta não era uma boa ideia. Queria uma vida simples e tranquila com a mãe, mas aquelas pessoas desprezíveis não pensavam assim. Era melhor se fortalecerem aos poucos, ter poder para se proteger, para que aqueles que quisessem machucar sua mãe pensassem duas vezes.

Com a cabeça cheia de preocupações, Bai Ling se distraía enquanto esculpia pedras e acabou cortando a mão.

"Bai Ling, vá para casa. Se não consegue se concentrar, não venha." O mestre disse, irritado. Detestava quando as pessoas se distraíam no trabalho; só de ver já ficava aborrecido.

Bai Ling não discutiu. Guardou as coisas, limpou o sangue da mão, chupou o dedo para estancar, despediu-se do mestre e foi para casa.

Vendo a silhueta desanimada de Bai Ling, o mestre suspirou baixinho. Tão nova, na idade da inocência, mas com a cabeça tão cheia de preocupações, parecia uma adulta em miniatura. Devia ser por causa da família monoparental; era obrigada a amadurecer cedo.

Bai Ling já sabia fazer pratos simples. Chegou cedo em casa, preparou alguns pratos que a mãe gostava e esperou calmamente por ela. Bai Han, como só tinha a filha, voltava para casa assim que as aulas terminavam, com medo de que Bai Ling se sentisse sozinha. Por isso, raramente participava de atividades da faculdade ou do departamento, e mantinha apenas relações superficiais com os colegas. Como não morava no campus, seu círculo de amizades era ainda mais restrito. Algumas colegas tinham inveja da beleza de Bai Han e não queriam ser ofuscadas, então evitavam contato. Os meninos, por sua vez, sentiam-se inferiores diante dela e não ousavam se aproximar. A única coisa que impressionava a turma e os professores era o desempenho acadêmico de Bai Han: desde que entrara, sempre ficara em primeiro lugar, não só na turma, mas em todo o departamento.

Quando chegou em casa, viu que a filha já tinha preparado o jantar e a esperava. Bai Han sorriu e beijou o rosto da filha: "Minha filha é tão boazinha, desde pequena já cuida da mamãe." Lavou as mãos, pegou os hashis e comeu um pedaço. Estava muito bom, no ponto certo de sal, delicioso.

"Mamãe, coma mais. Você está tão magra!" Bai Ling, bajuladora, colocava comida no prato da mãe, muito solícita.

Bai Han sabia que a filha devia ter algo para lhe contar. Vendo aquele jeito puxa-saco, provavelmente não era nada de bom. De qualquer forma, Bai Han adorava ser mimada por Bai Ling.