Capítulo 486: Capítulo 486: Preso

Bai Tang voltou novamente, embora ela lhe dissesse outras coisas, mas quem sabe se Bai Tang não faria algo mais.

Dentre essas pessoas, a que menos preocupava era Bai Hu.

Os outros três eram figuras perigosas, e com Bai Tang no meio, Mo Sang já estava um pouco preocupado!

Não sabia se era realmente nervosismo demais, mas sentia um arrepio no coração, como se algo ruim fosse acontecer.

— Fiquem de olho neles! — Mo Sang falou, preparando-se para ir ao laboratório procurar alguém.

Ele não queria que esses几人 fizessem algo pelas suas costas!

Os subordinados concordaram, observando atentamente o monitor. Quando Mo Sang saiu, um dos subordinados percebeu alguém entrando no salão e franziu a testa: — Como essa pessoa voltou? Mandem alguém verificar. Não é hora de recreio, como ele escapou?

Sheng Qi estava no salão. Ele tinha dado uma volta por toda a ilha; para ser sincero, embora fosse um pouco atrasada, tinha tudo o que era necessário.

A ilha era grande o suficiente, e até havia carros para essas pessoas se divertirem.

Especialmente o salão, que não só tinha pistas, mas também um ringue de boxe.

Pode-se dizer que, além de prender a liberdade das pessoas, não era muito diferente do mundo exterior!

No entanto, o lugar estava cheio de câmeras e guardas.

Sheng Qi sabia que, depois de vagar por tanto tempo, alguém já devia tê-lo notado.

Mas ele não pretendia se esconder.

Depois de visitar o exterior, o que ele mais queria era ver o interior!

Aquele lugar, onde ela viveu por dez anos, ele queria conhecer tudo.

Sheng Qi olhou para o enorme salão, virou-se para sair e foi cercado por um grupo.

— Você não é da ilha! — Com apenas um olhar, o homem à frente já tinha certeza de que Sheng Qi não era guarda da prisão nem prisioneiro.

— Prendam-no.

Sheng Qi não resistiu, deixando-se capturar obedientemente.

Mo Sang chegou à porta do laboratório e bateu.

A porta foi aberta rapidamente, Bai Tang colocou a cabeça para fora e sorriu para ele: — Chefe Mo, você é rápido nas informações. Mal entramos e você já vem atrás. Vai brincar também?

— O que vocês estão fazendo? — Mo Sang perguntou sério, mas seu olhar foi para dentro.

Na sala, algumas pessoas estavam sentadas juntas, jogando cartas em volta de uma mesa.

Mo Sang franziu a testa, claramente não acreditando que eles estivessem fazendo aquilo.

— Saiam todos! — Mo Sang bufou friamente.

Bai Hu olhou para Mo Sang com raiva, mas não disse nada.

O Barbudo manteve seu olhar feroz, Carlo estava inexpressivo, e Ye Ling, muito fria, nem sequer olhou.

Diante dessas pessoas, Mo Sang franziu a testa, com uma presença imponente: — O tempo de reencontro já passou. Voltem todos para seus quartos!

— Estamos aqui há menos de cinco minutos, chefe Mo. Você está com medo de que façamos algo errado? — Bai Tang provocou. — Que tal você entrar também e sentar conosco para conversar um pouco?

Mo Sang bufou: — Vá embora agora, senão vai ficar aqui para sempre!

Ouvindo isso, os outros franziram a testa. Embora quisessem continuar conversando com Bai Tang, agora queriam que ela fosse embora.

Afinal, aquele lugar problemático não era adequado para Bai Tang ficar.

— Chefe Mo, você não sabe que eu odeio quando me ameaçam? — Bai Tang sorriu de forma ambígua, com um olhar perigoso.

Aquela expressão familiar fez Mo Sang sentir dor de cabeça, e ele suavizou o tom: — Aqui tem suas regras. Já que você saiu, viva bem lá fora. Vá embora!

Bai Tang ia responder quando um subordinado se aproximou rapidamente: — Diretor da prisão, um homem invadiu. O que devemos fazer?