Chu Yi franziu a testa e continuou: "Mas a corrida entre Bai Tang e Feng Zi deveria ser considerada uma sorte para Bai Tang!"
Sheng Qi riu levemente, com um tom provocador: "Chu Yi, você está nesse ramo de corridas há tantos anos. Acha que usar a palavra 'sorte' para avaliar a vitória de um piloto é adequado?"
Chu Yi ficou com o rosto tenso e disse, um pouco trêmulo: "Chefe, errei!"
Os dois ao lado permaneceram em silêncio.
A voz de Sheng Qi continuou, sombria: "Para vencer Feng Zi, confiar apenas na sorte é pura fantasia. Se ela não tivesse uma certa habilidade, teria coragem de colidir com Feng Zi daquele jeito, sem se importar com a vida?"
Sheng Qi sorriu suavemente: "Aquela garota valoriza a própria vida mais do que qualquer um!"
Os três apertaram os lábios e não disseram mais nada.
"Podem sair. Fiquem de olho em Lan Jia, não deixem que ela vá longe demais em algumas coisas", disse Sheng Qi, com expressão fria: "Este não é lugar para ela agir por impulso. Se ela não reconhecer seus próprios problemas, terei que considerar seriamente se ela ainda pode ficar aqui."
Os três acenaram com a cabeça e saíram.
Fora do escritório, os três trocaram olhares.
Xiao Xi falou: "Parece que podemos mesmo preparar os envelopes vermelhos!"
Chu Yi: "Um ou dois?"
You Yu riu: "Dois! Afinal, aquela garota acabou de falir."
Os três riram e foram embora.
-
Depois de passar o dia inteiro treinando com Zhang Xiaochu, Bai Tang foi direto para o escritório de Sheng Qi.
Sentou-se na cadeira sem nenhuma pose, debruçou-se sobre a mesa e olhou para ele: "Chefão, você sabe que estou no mesmo grupo que Lan Jia, né?"
Sheng Qi a encarou e respondeu calmamente: "Sim, sei."
"Então você acha que devo deixá-la ganhar ou vencê-la?" Bai Tang o olhou com expectativa.
"Isso é problema seu, faça o que quiser", disse Sheng Qi, tranquilo: "Não precisa me perguntar essas coisas."
"Se eu a humilhar, você vai ficar com dó?" perguntou Bai Tang.
"Não."
Bai Tang sorriu feliz: "Isso significa que posso humilhá-la à vontade."
Sheng Qi: "..."
Por que certas coisas soam tão estranhas quando ela fala?
Sheng Qi a olhou e continuou: "Até onde você pode ir depende da sua habilidade, mas em algumas coisas, também é bom saber quando parar."
"Você quer que eu a poupe?" Bai Tang estreitou os olhos, perigosamente.
Sheng Qi ignorou sua ameaça e continuou calmamente: "Se não me provocarem, não provoco ninguém. Então, como agir, o limite é você quem decide."
Bai Tang sorriu: "Chefão, hoje é mais um dia em que Tang Tang quer te mandar um coraçãozinho!"
Bai Tang levantou a mão até a cabeça, fazendo um gesto de coração.
Sheng Qi: "..."
Ah, a dramática aparece todo dia, ele também se cansa.
Naquele momento, a porta foi batida. Sheng Qi disse: "Entre."
Lan Jia entrou e, ao notar Bai Tang sentada ao lado, franziu a testa instintivamente. Depois, ignorando-a, sorriu para Sheng Qi: "Chefe, hoje à noite vou convidar todo mundo para uma confraternização. Você vem também."
Bai Tang virou a cabeça para olhá-la. Ela não a estava convidando!
Sheng Qi percebeu a reação de Bai Tang ao lado e também notou o comportamento de Lan Jia. Apenas disse, de forma indiferente: "Tenho alguns assuntos para resolver hoje à noite. Vocês vão."
O sorriso no rosto de Lan Jia congelou na hora, e sua expressão ficou bastante feia.
Recusada ontem, recusada de novo hoje, e nas duas vezes a mulher ao lado estava presente.
Lan Jia tentou manter o sorriso no rosto e então olhou para Bai Tang: "Senhorita Bai, quer vir também?"