Capítulo 133: Capítulo 133 Seu docinho é tão doce e macio!

Os olhos de Sheng Qi encaravam a pessoa friamente: "Já terminou a carta de autocensura?"

Bai Tang: "..."

Esse homem realmente não sabe conversar!

Ela é ainda melhor em desviar de assunto, e o pior é que esse assunto ela não quer nem tocar!

Vendo Bai Tang meio fechada, Zhang Xiaochu não conseguiu evitar uma risada.

Esse puxa-saquismo foi no lugar errado!

Zhang Xiaochu sentia um certo prazer na desgraça alheia, mas em apenas alguns segundos, Sheng Qi virou a cabeça e perguntou friamente: "E a sua?"

Zhang Xiaochu: "..."

Hã, que flor de lótus branca!

"Deixei em casa e esqueci de trazer. Vou voltar para a escola agora, e à tarde, quando sair, trago para você!" Zhang Xiaochu falou apressado.

Sabendo que Sheng Qi estava ali, a ideia de matar aula e sair com Bai Tang para se divertir era impossível!

Ele se sentia como se estivesse sendo vigiado pelo pai de alguém, com medo de que ele levasse a filha para o mau caminho!

O importante era que, já que o assunto tinha mudado, ele queria sair rápido.

Para evitar que Sheng Qi cobrasse depois.

"Vou indo na frente!" Zhang Xiaochu se virou rapidamente e saiu, sem dar chance para eles falarem, entrou no carro num instante e foi embora.

O processo todo não durou nem trinta segundos.

Bai Tang olhou para o carro dourado que sumia na poeira, e torceu a boca. Dá para correr mais rápido?

Que medroso!

"A carta de autocensura!" Sheng Qi repetiu friamente.

Bai Tang forçou um sorriso, mas antes de falar, Sheng Qi a interrompeu: "Não vem com essa cara de riso!"

O sorriso de Bai Tang congelou. Que vontade de xingar!

"Meu lindo, por que você insiste tanto que eu escreva uma carta de autocensura? Qual é a sua obsessão em ser professor?"

Sheng Qi não disse nada, mas ao redor dele emanava uma forte pressão.

Bai Tang riu: "Meu lindo, eu já escrevi ontem!"

"Ontem?"

O rosto de Sheng Qi escureceu visivelmente.

Lembrando da carta de autocensura que viu ontem, ele falou com um tom sinistro: "Eu mandei você reescrever!"

"Mas acho que ficou muito boa. Daqui a pouco vou dar um toque final, e deve ficar pronta!" Bai Tang disse calmamente: "Naquela carta, eu coloquei todos os meus sentimentos sinceros que queria expressar, e também reconheci meus erros com seriedade!"

"Não é assim que se escreve uma carta de autocensura?"

A garota inclinou levemente a cabeça, com um jeito fofo e obediente, mas para Sheng Qi, só parecia que ela merecia uma surra!

Merecia muito!

"Reescreve!!!" Sheng Qi rangeu os dentes enquanto a encarava.

"Ah..."

Bai Tang respondeu obedientemente.

Reescrever? Impossível. No máximo, dar um bom final, um toque de brilho para salvar a carta cheia de sentimentos sinceros!

"Meu lindo, você veio me ver tão cedo, não foi só pela carta de autocensura, né?" Bai Tang olhou para ele com dúvida: "Então vou continuar escrevendo agora."

Sheng Qi a observou, ainda vestindo a mesma roupa da noite anterior, com o cabelo todo bagunçado, e franziu a testa: "Te dou dez minutos para se arrumar, vou te levar para a escola."

Bai Tang ficou surpresa: "Para a escola? Fui expulsa, você esqueceu?"

"Vou te levar!" Sheng Qi disse com calma: "A partir de hoje, você pode voltar a estudar. Todo dia, depois da aula, vem para o clube, e eu te dou duas horas de reforço!"

Bai Tang ficou curiosa: "Como você resolveu isso? Não foi bater no diretor, foi? Ou foi dar uma surra no meu pai?"

"O que passa pela sua cabeça?" Sheng Qi franziu a testa, "Acho que preciso tratar essa sua mania violenta!"

"Não tenho!" Bai Tang balançou a cabeça: "Sou tão fofa, sua Tang Tang é doce e macia."