Ao ver isso, Chu Lingzhi tremeu as mãos. "Ugh..." Uma sensação indescritível o envolveu, fazendo Nangong Yehen emitir um gemido baixo. Chu Lingzhi ficou paralisada de susto. Embora já tivessem tido relações íntimas antes, ela nunca o havia servido daquela forma. Ela ficou ali, olhando para ele sem saber o que fazer em seguida. Vendo-a assim, Nangong Yehen sentiu uma mistura de irritação e diversão. Seus olhos ardentes brilharam com um toque de ternura. "Tire minha calça." Chu Lingzhi assentiu, atordoada: "Está bem..." "Rápido, estou sofrendo." O toque trêmulo dela o fez sentir uma vontade imensa de devorá-la naquele instante. Felizmente, ele mantinha a razão; não podia machucar o corpo dela por um prazer momentâneo. Seu rosto e o fundo de seus olhos começaram a mostrar um rubor anormal, como se estivesse sendo queimado pelo fogo. Chu Lingzhi, temendo que ele realmente não aguentasse, começou a desabotoar o cinto dele com pressa e urgência. Por causa da pressa, puxou várias vezes até conseguir soltar o cinto. Em seguida, desabotoou o botão da calça, abaixou o zíper e então... Antes que a calça fosse tirada, a porta do quarto foi aberta. Primeiro, a figura de Chu Junyu apareceu diante deles, seguida por Nangong Yichen. A postura de Chu Lingzhi era muito chamativa. Nangong Yehen estava deitado no sofá relax, enquanto Chu Lingzhi montava sobre ele, com o movimento interrompido no ato de tirar a calça dele. A cena era muito picante, muito intensa, muito ambígua! Os dois garotos ficaram momentaneamente atônitos, e Chu Lingzhi nem imaginava que os dois pequenos entrariam de repente. Ao levantar a cabeça e vê-los parados ali, olhando para eles atordoados, ela ficou completamente imóvel, com as mãos ainda segurando a cintura da calça de Nangong Yehen. Quanto a Nangong Yehen, seu rosto estava mais sombrio do que nunca, e seus olhos profundos transbordavam uma fúria assassina. Por que esses dois tinham que entrar justamente agora? Estavam fazendo algum movimento de "homem embaixo, mulher em cima"? Chu Junyu foi o primeiro a se recompor. Ele arregalou os olhos, fingindo confusão e surpresa ao olhar para Chu Lingzhi. "Papai, mamãe, o que vocês estão fazendo?" Nangong Yichen ergueu uma sobrancelha e perguntou, com um tom intrigado: "Vocês estão brigando?" Nangong Yehen não acreditava que aqueles dois, com mentes tão maduras, não soubessem o que estavam fazendo ao vê-los assim. Ele virou a cabeça bruscamente e os encarou com um olhar sombrio, rugindo baixinho: "Estamos fazendo um irmãozinho ou uma irmãzinha para vocês!" "Ah." Nangong Yichen respondeu, e então puxou Chu Junyu, indicando que ele saísse. Ter um irmãozinho ou irmãzinha não era ruim; eles deveriam deixar aquele momento para o papai e a mamãe. Mas Chu Junyu não mostrou intenção de sair. Ele ficou ali, olhando para Chu Lingzhi com inocência. "Mamãe, você não disse que ia deixar o papai de castigo por cem dias?" Puxa! Ao ouvir isso, Nangong Yehen quase quis pular para pegar Chu Junyu e jogá-lo da varanda. Esse pestinha estava fazendo de propósito! Ele ainda suspeitava que eles tinham entrado de propósito naquele momento! Já era constrangedor terem sido pegos naquela cena, e com o comentário de Chu Junyu, Chu Lingzhi se sentiu ainda mais envergonhada, a ponto de querer encontrar um buraco para se esconder. "Saiam daqui!!" Nangong Yehen rangeu os dentes. Chu Junyu fez beicinho, um pouco relutante, e se virou para sair. Quando estava prestes a fechar a porta, ele voltou e disse, com um tom melancólico, para Chu Lingzhi: