Capítulo 967: Capítulo 967 Por que sempre enganá-lo?

O carro entrou na vila e viu os seguranças caídos pelo chão.

Gong Liye, com o rosto distorcido de fúria, subiu furiosamente para o terceiro andar.

A porta do quarto estava aberta. Ele entrou apressado, mas lá dentro não havia ninguém!

Ele correu de volta para o quarto. Aquela mulher não estava mais lá, nem mesmo o cobertor. Nangong Yehen a levou, junto com o cobertor!

Gong Liye ofegava com o peito agitado de raiva. Maldito!

Ele correu para o porão, mas as pessoas que estavam lá também haviam sido levadas!

Gong Liye, furioso, foi até a sala de estar e agarrou um segurança, gritando: "Onde estão eles? Onde estão?"

Os seguranças, após a anestesia, já estavam conscientes, mas seus corpos ainda não conseguiam se mover.

"Foram resgatados. Eles... se passaram por nossos homens..."

"Seus malditos!" Gong Liye estava furioso e irritado.

Ele empurrou o segurança com força, e o homem caiu pesadamente no chão.

Gong Liye ficou ali parado, com os punhos cerrados, à beira do colapso de tanta raiva.

Seus olhos estavam injetados de sangue, o olhar era feroz e sombrio, e seu corpo exalava uma aura assassina, como um demônio na escuridão.

Alguém se passou por seus homens para levar as pessoas embora, sem tocar nos seus. Eles agiram com um plano.

A ligação de hoje sobre o contrato era parte do plano deles.

Como eles sabiam que Nangong Yehen estava aqui?

Ouyang Ruobing, com certeza foi aquela vadia, Ouyang Ruobing!

Ao pensar que Ouyang Ruobing fingiu amnésia para enganá-lo, a aura assassina de Gong Liye se intensificou.

Maldita mulher!

Seus olhos, cheios de veias sanguíneas, rapidamente deixaram transparecer um lampejo de dor. Por que ela sempre o enganava?

Será que ele não era bom o suficiente para ela?

"Ah... ah..."

A raiva finalmente explodiu. Gong Liye, como um louco, chutou o sofá, chutou a mesinha de centro...

"Nangong Yehen! Ouyang Ruobing! Eu quero vocês mortos!" Já que querem ficar juntos, só a morte os espera!

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Cidade P, Castelo de Suye.

Este era o covil de Gan Baotang, claro, ninguém sabia que era o covil de Gan Baotang. Para os de fora, parecia um castelo de ricos.

Em um quarto enorme.

Na cama larga e confortável, estava deitado um homem bonito e elegante, de semblante frio.

Era o nosso jovem mestre Nangong.

Ele estava encarando Chu Junyu com um olhar assassino.

De repente, ele sentiu vontade de matar, de matar aquele garoto!

O que aquele garoto estava fazendo?

Estava filmando-o com o celular!

Seu corpinho pequeno girava em volta da cama, filmando de todos os ângulos.

Isso fez Nangong Yehen lembrar da cena de um crime com um cadáver. Ele era o morto, e o garoto era o repórter, com a câmera apontada para ele, clicando sem parar.

"Você pode parar?" Esta já era a enésima vez que Nangong Yehen o avisava.

Chu Junyu ficava cada vez mais animado ao filmar. "Uma ocasião tão rara, quero tirar várias fotos para guardar de lembrança. E ainda vou levar para a mamãe ver."

"Se ousar mostrar para sua mãe, corto suas mãos!"

Ameaça, mas Chu Junyu não tinha medo.

"Se cortar minhas mãos, não vou ficar muito feio? Sem mãos, como vou arrumar uma esposa no futuro?"

Hum, depois de mais algumas fotos, Chu Junyu finalmente guardou o celular satisfeito.

Ele se deitou sobre Nangong Yehen, piscando os olhos, curioso. "Papai, como você está se sentindo agora?"

Nangong Yehen o encarou: "Quero matar alguém!"

Chu Junyu sorriu com elegância. "Quer me matar?"

"Inteligente!"

"O tigre não come os próprios filhotes. Sou seu filho, você teria coragem de me matar?"

"Chu Junyu!" Aquele garoto sabia que ele não teria coragem de bater nele, por isso o provocava assim.