—Você não queria sair para dar uma volta? Que tal irmos agora e tomarmos banho depois? — perguntou Gong Liye, acariciando seus cabelos macios.
Seus olhos profundos e escuros brilharam com um toque de astúcia: depois do passeio, ele teria uma desculpa para tomar banho com ela...
Ouyang Ruobing só queria espairecer; não importava quando tomasse banho.
Ela se soltou do abraço dele e sorriu: — Então vamos sair agora. Quero comer alguns petiscos.
Gong Liye a beijou avidamente nos lábios, com a voz grave: — Tudo bem, vamos agora.
Ouyang Ruobing desceu do colo dele, pegou um casaco na cama e vestiu, sem precisar trocar de roupa.
Ao se virar, ficou chocada, com a boca aberta, esquecendo de fechá-la.
Isso... isso... isso... Gong Liye, esse cara, estava nu na frente dela?!
O roupão dele tinha sido arrancado, e ele estava ali, completamente pelado, bem diante dela. Esse sujeito estava trocando de roupa assim, na frente dela?
Ele segurava uma calça na mão e, vendo o choque dela, a olhou com diversão: — Precisa se assustar tanto assim?
Ouyang Ruobing ficou vermelha como um pimentão, sem saber o que fazer. Ela se virou rapidamente, sem coragem de olhar para ele.
Seu coração disparava, batendo loucamente, tum-tum-tum...
O corpo dele era em forma de triângulo invertido, proporções áureas, com peitorais definidos, muito sexy.
As pernas longas eram muito firmes, fortes e musculosas. A pele bronzeada o tornava ainda mais selvagem.
Os pelos nas pernas adicionavam um toque de sensualidade ambígua à sua selvageria, especialmente... especialmente...
Ele era muito forte!
Ouyang Ruobing fechou os olhos com força e balançou a cabeça, tentando afastar aquela imagem pecaminosa do corpo dele.
Ao abrir os olhos novamente, seus lindos olhos brilhavam, cheios de timidez.
De repente, suas costas ficaram rígidas, e ela ficou parada como um poste, sem se mover.
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Gong Liye já tinha se aproximado, vindo por trás, e a abraçou.
O abraço repentino e íntimo fez seu coração pular uma batida.
Ouyang Ruobing abaixou a cabeça, olhando para os braços que envolviam sua cintura. As veias das mãos eram visíveis, os dedos longos e bem definidos, os músculos dos braços também muito firmes.
Por trás, vinha o calor dele, e ela de repente se sentiu segura, com uma sensação de estabilidade.
— Não é a primeira vez que vê, por que tanta timidez? — Gong Liye apoiou o queixo no ombro dela, dizendo de forma ambígua.
— Eu... eu... — Ouyang Ruobing mordeu o lábio inferior. — Esqueci tudo do passado, você sabe disso.
— Nenhuma lembrança? — perguntou o homem, rindo.
Embora antes ela não tivesse o coração voltado para ele, sempre o satisfazia o máximo que podia.
Quando um homem ama profundamente uma mulher, ele deseja muito estar com ela.
Mesmo que ela não pudesse satisfazê-lo completamente, não importava.
Ele a amava, a ponto de aceitar tudo dela.
Agora, com ela esquecendo o passado e mudando completamente sua atitude em relação a ele, ele se tornou ainda mais obcecado por ela.
Ouyang Ruobing, com o rosto vermelho, disse: — Não me lembro, mas agora, ao ver... meu coração bate muito rápido.
— Com o tempo, se acostumará a ver mais. — disse o homem, com um sorriso sedutor.
Ouyang Ruobing franziu os lábios. Ver mais? Agora ela nem queria olhar uma vez.
— Você é muito tímida. No futuro, terá que se acostumar a me encarar. — a voz grave do homem soou novamente no ouvido de Ouyang Ruobing.
Ouyang Ruobing piscou os olhos. Tímida? Ela não achava isso.
Ela recostou o corpo para trás. O peito firme dele era como uma montanha sólida; por mais que ela se apoiasse, ele não cairia.