Nangong Yehen franziu os olhos, surpreso: "Quem disse que eu vou para o exterior?"
Chu Lingzhi mordeu o lábio: "Acho que você está estranho."
Nangong Yehen ergueu uma sobrancelha: "Estou estranho? Como assim estranho?"
Ele estava estranho? Ele estava normal, apenas mais carinhoso com ela.
Chu Lingzhi pensou um pouco: "Não sei explicar, mas sinto que algo está diferente."
Nangong Yehen deu um leve peteleco na testa dela, com um tom cheio de carinho: "Você está pensando demais, sempre fui assim."
Chu Lingzhi, feliz, quis encostar a cabeça no ombro dele, mas ele era muito alto e ela, pequena, não alcançava, então apoiou-se no braço dele.
"Que continue assim para sempre." Ela sorriu.
Que esse momento tão feliz e belo durasse por toda a vida dela.
Nangong Yehen virou a cabeça e a olhou profundamente.
Sob a luz, a pele dela era como gordura, bela como jade branco.
No rosto perfeito, um sorriso de felicidade. De repente, Nangong Yehen sentiu que ela era como um anjo que descera do céu para ao lado dele.
Os olhos dele brilharam, como estrelas.
Ao chegar ao pavilhão, descansaram sob ele.
Nangong Yehen tirou o casaco e o colocou sobre ela.
Sentou-se ao lado dela, com o braço forte e robusto envolvendo-a, usando seu corpo vigoroso para protegê-la da brisa noturna fria.
Chu Lingzhi era como um passarinho bem protegido, aninhada no colo dele.
Naquela noite, até o luar saiu, brincalhão, para espiar o abraço deles.
Chu Lingzhi ergueu a cabeça e olhou para o céu.
O vento que soprava trazia frescor, mas ela estava toda aquecida, sentindo claramente a temperatura do corpo de Nangong Yehen.
Nangong Yehen acariciava os cabelos dela e também ergueu a cabeça, olhando para o firmamento.
Seu olhar era profundo, salpicado pelo brilho das estrelas, pensativo.
Então, abraçá-la, sentado sob o luar, sentindo em silêncio as batidas do coração e a temperatura um do outro, era algo tão maravilhoso.
Ele realmente desejava que o tempo parasse ali...
Depois de aproveitar o momento de felicidade, Nangong Yehen carregou Chu Lingzhi de volta à vila.
Ele a pegou no colo, como uma princesa, e disse a ela que ela era a princesa do coração dele.
Ao voltar para o quarto, dormiram abraçados, sem sonhos, e acordaram só de manhã.
Quando Chu Lingzhi abriu os olhos, ainda estava deitada nos braços de Nangong Yehen.
Ergueu o olhar e encontrou um par de olhos negros como tinta.
Ele a olhava profundamente, e ao encontrar o olhar dela, seus olhos profundos brilharam com um sorriso caloroso.
Chu Lingzhi ficou surpresa: "Você acordou há muito tempo?"
"Hum." Ele a observava ali há dez minutos.
Chu Lingzhi tentou se soltar dos braços dele: "Acordou cedo, por que não me chamou?"
Nangong Yehen sorriu, com um sorriso que vinha do coração: "Por que eu te chamaria?"
"Preciso ir trabalhar."
Nangong Yehen a segurou, e o corpo macio dela caiu de volta no colo dele.
"Hoje não vai trabalhar." A voz grave e magnética do homem soou perto do ouvido dela.
"Por quê?" Chu Lingzhi ergueu a cabeça, surpresa.
"Já falei com Liu Dongli, você não vai à empresa por alguns dias." Ele queria que ela descansasse na mansão, queria ficar com ela assim.
"Por quê?" Chu Lingzhi perguntou de novo.
"Sem porquê."
"Sem porquê, por que não ir trabalhar? Alguns pacientes estão esperando por mim para tratamento." Dizendo isso, ela tentou sair do colo dele, mexendo o corpo.
Mas ela não sabia que, ao se mexer assim no colo dele, era extremamente sedutor.
Nangong Yehen conteve o calor que se concentrava em certa parte, e fingiu estar muito cansado: "Estou doente."