Nangong Yehen levou Chu Junyu para andar a cavalo, enquanto Chu Lingzhi foi treinar artes marciais com Nangua. O campo de equitação e o campo de treino ficavam um pouco distantes. Ao vê-la treinar com Nangua, Nangong Yehen, montado no cavalo, esboçou um leve sorriso com seus lábios perfeitos. Uma mulher diligente é adorável; ele ficou feliz por ela ser tão dedicada. Quanto mais forte ela se tornasse, mais tranquilo ele se sentiria.
Chu Junyu montava um pônei de pelo marrom. As rédeas estavam nas mãos de um segurança, pois o pequeno ainda não sabia andar a cavalo. Ele não sabia, mas não tinha medo, e por isso Nangong Yehen o acompanhava, andando devagar. Chu Junyu olhou na direção de Chu Lingzhi e sorriu: "Papai, a mamãe é muito esforçada!" Nangong Yehen não negou isso. "A mamãe é muito fofa", elogiou Chu Junyu sem parar. "Aos seus olhos, tudo nela é fofo", disse Nangong Yehen com um sorriso no canto dos lábios. "Não, não é fofo, é bonita."
Os dois, pai e filho, ficaram em silêncio observando Chu Lingzhi por um bom tempo. Ela seguia Nangua pulando em buracos, treinando resistência. Mesmo cansada, insistia em continuar. Depois de pular os buracos, corria ao redor de um monte. Subia a ladeira até o topo e descia correndo. Aprendia com muito esforço, sem reclamar de cansaço ou dor. Após esses exercícios intensos de aquecimento, começou a aprender os movimentos com Nangua. Os golpes que ela executava tinham boa aparência, com chutes laterais e aberturas de perna em posturas perfeitas. Nangong Yehen, montado no cavalo, a observava como se estivesse apreciando um filme interessante, um deleite para os olhos. Com o pequeno Chu Junyu elogiando-a sem parar ao ouvido, Nangong Yehen sentia cada vez mais que aquela mulher era especial. A teimosia nela era impossível de ignorar.
Nesse momento, Huoluan se aproximou: "Patrão!" Nangong Yehen baixou a cabeça e olhou para ele: "Fala." "A senhorita Chu tirou todos os anéis das sobremesas", disse Huoluan. Ao ouvir isso, Nangong Yehen ergueu as sobrancelhas, sorriu levemente e olhou para Chu Lingzhi com interesse. Aquela mulher recusava o pedido de casamento, mas aceitava os anéis? "Papai, você tem esperança", disse Chu Junyu com um sorriso. Aceitar os anéis era como aceitá-lo. Nangong Yehen de repente ficou de bom humor e esporeou o cavalo em direção a ela. "Papai, espera por mim!" Chu Junyu queria imitá-lo com uma cavalgada estilosa, mas suas pernas eram curtas e, mesmo apertando a barriga do cavalo, não adiantava, e as rédeas estavam com o segurança. O segurança o deixava galopar ou não, conforme sua vontade. Huoluan segurava as rédeas e puxava o cavalo, continuando a andar pelo campo. "Ei, ei, tio Huoluan, para onde você está me levando?" exclamou Chu Junyu, querendo ir para o lado do pai e da mãe! "Aprender a andar a cavalo é mais seguro no campo", disse Huoluan. O campo era uma grande área de grama, e cair do cavalo não doía tanto. "Com você segurando a corda, não é seguro? Ei, ei, quero ir para o lado do papai." Huoluan virou a cabeça, com um leve sorriso nos olhos: "O patrão e a senhorita Chu estão namorando, você quer atrapalhar?" "..." Chu Junyu piscou os olhos límpidos. É verdade, eles estavam se envolvendo, e ele atrapalharia se fosse. Chu Junyu riu baixinho: "Tio Huoluan, não esperava que você, sendo tão grande, fosse tão atencioso." "..." Será que alguém grande não pode ser atencioso? "Já pediu permissão ao seu patrão?" perguntou Chu Junyu, rindo. Huoluan ficou confuso: "Permissão para quê?" "Para se apaixonar! Seu patrão já está apaixonado, você também precisa se apaixonar."