Chu Lingzhi olhou fixamente para o sutiã jogado no chão por ele, com os cantos da boca se contraindo.
— Você está dizendo que meus seios são feios ou o sutiã é feio? — Ela virou a cabeça e perguntou, olhando para ele.
O sutiã foi arrancado, e ela estava perfeita diante dele.
Observando seu corpo esguio de linhas perfeitas, seus picos brancos e arredondados, Nangong Yehen engoliu em seco, seu olhar se tornando ainda mais profundo.
— Claro que é o sutiã! — Nangong Yehen se esforçava para reprimir uma certa sensação.
Ele estendeu a mão e desabotoou a calça dela...
— Todas essas roupas são da princesa Yin Xuan do reino de Xun. — Disse Chu Lingzhi.
Yin Xuan era mais alta que ela, mas seus picos não eram tão cheios.
— Eu sei.
— Como você sabe? — Chu Lingzhi de repente teve vontade de provocá-lo. — Por acaso você já teve um caso com ela?
Ao ouvir isso, Nangong Yehen parou o movimento.
De repente, ele a encarou com os dentes cerrados: — Mulher, no que você está pensando?
— Você consegue adivinhar o tamanho que Yin Xuan veste só de olhar, quem não pensaria nisso?
— Mulher, eu quero te dar um tapa!
Ele agarrou os braços dela com as duas mãos e, com facilidade, a levantou, colocando-a na banheira.
— Levante a perna machucada e pendure na borda!
Sua voz estava cheia de raiva, mas baixa e rouca.
A água estava morna, e mergulhar nela era extremamente confortável.
Só que...
Chu Lingzhi olhou para sua própria posição, por mais que tentasse, parecia ambígua.
Especialmente ao ver a perna pendurada na borda da banheira, que a fazia lembrar de uma cena de parto.
E a água ainda não tinha sabonete líquido, estava incrivelmente clara, e Nangong Yehen estava em pé abaixo, olhando para ela de cima.
Ela estava assim, completamente nua, imersa na água para ele ver.
A perna ainda pendurada na borda, deixando-a ainda mais exposta.
Chu Lingzhi levantou a cabeça e viu o olhar ardente do homem, e seu rosto ficou ainda mais quente.
— Saia, vou ficar assim mergulhada. — Disse Chu Lingzhi, envergonhada.
Embora não fosse a primeira vez entre eles, ser observada assim ainda a fazia corar e acelerar o coração.
— Toda amarela, horrível.
Em apenas vinte minutos, ele já tinha dito 'horrível' várias vezes.
O corpo dela estava coberto de pasta de realgar, um pouco amarelada, mas não muito.
Sua pele era tão branca quanto a neve, e com a pasta de realgar amarelo-escura, ficava apenas levemente amarelada, sem afetar sua beleza.
Nangong Yehen colocou sabonete líquido, pegou a esponja e começou a limpá-la.
— O corpo está imundo, vou limpar você.
A esponja fez espuma, e seus movimentos eram muito leves; ao esfregar seu corpo, Chu Lingzhi sentiu um conforto indescritível.
O olhar do homem já estava extremamente ardente, mas ele continuava a lavá-la com seriedade.
Chu Lingzhi olhou para ele, as veias em sua testa pulsavam levemente, seus lábios perfeitos estavam firmemente apertados, era óbvio que ele estava se esforçando para reprimir o desejo.
Chu Lingzhi franziu os lábios, sabendo que isso geraria faíscas, mas ele insistia em fazer isso—
Ele lavava com muito cuidado, primeiro um braço, depois o outro.
Depois o pescoço, e então para baixo...
Ao chegar nos picos, ele apertou deliberadamente com a mão.
— Ai! — Chu Lingzhi o encarou, ele não sabia ter cuidado com as mulheres, ela queria terminar com ele!
— Ainda bem, não deformou. — Nangong Yehen percebeu ao falar que sua voz já estava extremamente rouca, e seus lábios secos.
— Não importa como caia, não vai deformar. — Chu Lingzhi estava muito irritada.
Ela só sabia que pular de um penhasco podia matar, mas não que pudesse deformar os seios.