Chu Lingzhi ficou chocada e, por reflexo, desviou-se rapidamente.
Sua velocidade de esquiva era bastante rápida e ágil.
Di Ruiyingxue não esperava que ela conseguisse se esquivar tão rápido.
Di Ruiyingxue atacou novamente, e Chu Lingzhi correu rapidamente em direção à porta.
Nesse momento, um homem alto apareceu na entrada, bloqueando seu caminho como um muro.
Chu Lingzhi franziu os olhos e partiu para o ataque contra o homem.
Preferia arriscar tudo a ser morta ali.
Os fatos provaram que ela era ingênua demais.
O homem na porta era o segurança de Di Ruiyingxue — será que ela conseguiria vencê-lo?
Antes mesmo de se aproximar, ele a chutou no abdômen, e ela caiu no chão, com a bunda dolorida.
Di Ruiyingxue se aproximou, cruzou os braços e olhou para ela de cima, com um sorriso sarcástico: "Chu Lingzhi, você acha que consegue escapar?"
"Se me matar, o jovem mestre Nan Gong não vai te perdoar!" Chu Lingzhi se levantou com orgulho, mesmo caída, não queria perder a dignidade diante de Di Ruiyingxue.
"Contanto que você morra, o resto não me importa!" Di Ruiyingxue tinha um olhar gélido e disse ao homem na porta: "Entrego ela a você. Não estarei presente, então o jovem mestre Nan Gong não vai me culpar."
"Sim, princesa!" O homem respondeu com frieza.
Di Ruiyingxue, de braços cruzados, saiu do banheiro com um sorriso de satisfação.
Ela ainda tinha receios: ao deixar a cena, mesmo que Nan Gong Yehen investigasse, teria como se esquivar da culpa.
Chu Lingzhi foi forçada a recuar para dentro.
Ao ver o olhar duro do homem, sentiu um pouco de medo.
Seria que podia gritar por socorro?
Claramente, não adiantava — talvez nem conseguisse abrir a boca antes de ser morta.
"Você está doente." Chu Lingzhi tentou se acalmar, olhando nos olhos do homem, só para ganhar tempo.
O homem já havia sacado a arma e, ao ouvir isso, sorriu com desdém: "Contanto que você morra, que importa a doença?"
A arma apontou para o meio de sua testa. A crueldade do homem mostrava que não lhe daria nem um segundo.
Como alguém tão decidido e impiedoso, ele não perderia tempo.
Bang!
O tiro soou, o sangue jorrou.
Di Ruiyingxue chegou ao restaurante. Seu olhar confiante rapidamente encontrou Nan Gong Yehen entre a multidão.
Nan Gong Yehen estava jantando com Chu Junyu e os outros, parecendo estar se divertindo bastante.
Ela caminhou com passos elegantes até lá.
"Jovem mestre Nan Gong, que coincidência." Ela se sentou sem ser convidada, ocupando o lugar vazio ao lado de Nan Gong Yehen.
"Esse é o lugar da minha mãe." Chu Junyu fez bico, dizendo.
Di Ruiyingxue olhou para os dois, achando-os crianças muito fofas.
Nan Gong Yehen a encarou com um sorriso irônico, a voz tão fria que não transmitia emoção: "É mesmo uma coincidência?"
"Se eu disser que sim, você não vai acreditar." Di Ruiyingxue riu, depois olhou para Chu Junyu com um sorriso extremamente doce: "Sua mãe não vai precisar mais desse lugar."
"Minha mãe volta daqui a pouco." A voz de Chu Junyu era tão infantil que dava vontade de ouvir de novo.
Nan Gong Yichen a observou com um olhar indiferente, sem dizer nada.
"E se ela não voltar?" Di Ruiyingxue sorriu cada vez mais satisfeita.
"O que quer dizer?" Nan Gong Yehen franziu os olhos, com um tom frio.
"Vou matá-la."
Ao ouvir isso, Nan Gong Yehen agiu como se não se importasse.
Seus lábios bonitos se curvaram, e ele pegou uma asa de frango frita para Chu Junyu: "Você gosta disso, coma mais."
"Mamãe também gosta. Posso esperar ela voltar para comer junto?" Chu Junyu piscou, dizendo com muita obediência.