Capítulo 1216: Capítulo 1216: O Pequeno Tong Tong Trabalha (1/3)

Sábado, provavelmente por causa da chuva de outono de ontem, o tempo em Jiangcheng estava ótimo, o céu azul tão limpo e claro como se tivesse sido lavado! Sem as nuvens pesadas bloqueando, o sol da manhã já brilhava dourado, inclinando-se sobre o gramado da frente, fazendo com que as folhas verdes e viçosas também ganhassem uma borda brilhante e cintilante!

Claro, a vila da família de Yang Yi estava bem movimentada hoje!

"Tongtong, vem cá, pega essa casinha de cachorro do Baozi e coloca em cima desse carrinho." Yang Yi empurrou o carrinho emprestado até a escada, depois se apoiou nela e, sorrindo, apontou para a casinha do Baozi, estalando os dedos e falando com o pequeno Tongtong.

Como precisava pintar algumas paredes, Yang Yi planejava levar Mo Fei, as crianças e os gatos e cachorros de casa para ficar alguns dias na vila grande de Lanzhou Kai. Embora a tinta para lousa recomendada por Lanzhou Kai fosse ecológica, ainda era tinta de parede, e Yang Yi achava que, pela saúde das crianças, era melhor esvaziar a casa, deixar arejar por alguns dias e depois se mudar de volta!

Quanto ao pequeno Tongtong agora ajudar o pai na mudança, era porque ele tinha feito uma grande bagunça antes e precisava fazer algumas tarefas simples para compensar o erro!

Claro, Yang Yi não era muito severo, ele só pedia que Tongtong fizesse o que estava ao seu alcance, como carregar a casinha do Baozi para o carrinho. A casinha do Baozi era como uma almofada macia, nada pesada, exatamente algo que o pequeno Tongtong conseguia levantar!

O pequeno Tongtong não se importava, porque todo mundo estava trabalhando, até a Xixi estava correndo de um lado para o outro com a mochila dela. A menina achava que tinha muitas coisas para pegar, escolhia uma, depois outra, e ficava confusa. Nesse clima de agitação, o pequeno Tongtong também não queria ficar de fora; ele tinha ficado rindo, seguindo a irmã por toda parte, e agora que podia "participar", claro que estava disposto!

"É!" O pequeno soltou um grito bem alto, e então, como um trenzinho, com risadinhas, passou correndo pelo pai.

"Hum... ei..." O pequeno Tongtong, com o bumbum empinado, segurou as bordas da casinha do cachorro com as duas mãozinhas e a arrastou com um pouco de esforço.

O peso não era um grande problema, mas a casinha era um pouco grande. O pequeno Tongtong a arrastava com as duas mãos, já levantando até a altura da cabeça, mas uma parte ainda arrastava no chão!

"Está um pouco difícil! Vai devagar, para não cair!" Yang Yi observava o pequeno Tongtong com cuidado, atento para não deixá-lo cair, pronto para segurá-lo a qualquer momento.

Mas ele não ofereceu ajuda, e ainda disse com um sorriso "provocador": "Tongtong, viu? Você riscou a parede toda, deu tanto trabalho para todo mundo, até o Baozi vai ter que se mudar por sua causa!"

O pequeno Tongtong continuava se esforçando para arrastar a casinha em direção ao carrinho. O pai era muito malvado, nem empurrava o carrinho para perto dele! Mas o pequeno mostrava a boa tradição da família Yang — uma persistência em não desistir facilmente! Mesmo com a dificuldade, ele insistia, e seu corpinho pequeno exalava uma energia impressionante!

Por acaso, o Baozi, que tinha saído para passear de manhã, voltou e, vendo a cena, abanou o rabo e veio correndo leve.

Ver sua casinha sendo mexida pelo pequeno dono não incomodou o Baozi. Afinal, sempre que os donos iam para shows ou viajavam, ele era mandado para a casa de Lan Xin, então, acostumado, ele se aproximou animado, mordeu a parte de baixo da casinha com a boca e ajudou o pequeno Tongtong a puxar.

"Aqui, coloca aqui!" Yang Yi deu instruções.

O Baozi, com a boca, puxou a casinha para cima do carrinho, apoiou as patas dianteiras e ajudou o pequeno Tongtong a colocar a casinha no lugar, antes de soltar a boca.

"Risos, risos, Baozi!" Depois de completar a tarefa, o pequeno Tongtong, com os dedos das mãos abertos, passou uma mão no próprio corpo e a outra deu um tapinha na cabeça do Baozi, rindo feliz com ele.

Nesse momento, Xixi desceu as escadas, com passos pesados, e antes mesmo de chegar, já gritou: "Papai, eu quero, quero levar meus bichinhos de pelúcia também! Mas são tantos... como vou levar?"

Yang Yi levantou a cabeça e viu a cabecinha de Xixi espiando da escada. Desse ângulo, a menina era muito fofa, com o cabelo preto e macio caindo, os traços delicados do rostinho aparecendo e desaparecendo, e, claro, aqueles olhos grandes e brilhantes que não podiam ser escondidos!

Os olhos de Xixi eram expressivos, e a mistura de alegria e ansiedade se transformava em uma preocupação adorável, tudo refletido naqueles olhos!

"Não precisa levar, vamos só ficar alguns dias na casa da Xin'er!" Yang Yi explicou rindo. "Não é como se não pudéssemos voltar. Leva só alguns livros didáticos, e se faltar alguma coisa, o papai volta para pegar!"

Xixi entendeu, afastou a preocupação e mostrou alegria, com os dentes limpos e os olhos grandes brilhando em um sorriso, e correu de volta: "Risos, então tá bom!"

O trabalho do pequeno Tongtong ainda não tinha acabado. Yang Yi levou o pequeno e continuou a espalhar jornais no chão de azulejo perto da escada. Ele primeiro demonstrou: "Olha, a gente abre esse jornal, começa pela borda, pelo canto, e quando o papai pintar a parede à tarde, não vai sujar o chão!"

O pequeno Tongtong ficou ao lado do pai, curioso, parecendo muito interessado nesse tipo de trabalho manual. Depois que o pai espalhou o jornal, ele ainda pisou em cima com interesse.

"Vem, você também ajuda o papai a espalhar o jornal!" Yang Yi sorriu e entregou uma pilha de jornais. "Ajudar o papai no trabalho é para lembrar das consequências dessa bagunça, para não fazer mais isso. Se quiser desenhar na parede, tem que pedir permissão para o papai e a mamãe, ok?"

Não se sabe se o pequeno ouviu as reclamações do pai, mas ele abriu o jornal. Esse trabalho era um grande desafio para os bracinhos e perninhas curtas do pequeno Tongtong. Ele se esforçou para imitar o pai, abrindo os bracinhos o máximo que podia...

Depois de várias tentativas e muito esforço, o pequeno Tongtong finalmente conseguiu abrir um jornal. Ele ficou super feliz, colocou o jornal aberto no chão, correu de volta para o pai, puxou o ombro dele e disse, cheio de realização: "Papai, papai! Pronto!"

...

Yang Yi e o pequeno Tongtong espalhavam jornais, e como ele deixou de propósito bastante espaço para o pequeno fazer, Mo Fei e Xixi já tinham arrumado as malas, mas o pequeno Tongtong ainda tinha um pouco para terminar.

"Papai, vou ajudar o irmão!" Xixi colocou a mochila na porta e veio correndo, animada.

"Não, dessa vez o irmão tem que terminar sozinho." Yang Yi se apoiou na escada e riu. "E só faltam dois jornais, está quase acabando!"

Mas o pequeno Tongtong ouviu a irmã, e a energia que ele tinha sumiu não se sabe para onde. Ele até ignorou a objeção do pai... O pequeno levantou a cabeça, sorriu de orelha a orelha para a irmã, e ainda pegou um jornal, estendendo para ela, chamando com um tom cheio de dependência: "Irmã!"

Yang Yi balançou a cabeça, sem saber se ria ou chorava, e ia dizer algo.

Mas nesse momento, a voz de Lan Xin veio de fora — o portão do quintal estava aberto, ela entrou direto, mas de longe já gritava, impaciente: "Papai Yang, Xixi, vocês ainda não terminaram? Vamos para a minha casa, vamos almoçar lá!"

Lan Xin tinha perguntado, o arroz já estava cozido, só esperando o Papai Yang cozinhar!