【..】Joel acenou com a cabeça em aprovação, encostou-se na borda e olhou para Bai Ling, que parecia um pouco atordoada.
A primeira reação de Bai Ling foi: será que podemos trocar a cor das roupas? Não precisa ser tudo rosa. Se amanhã eu usar todas as roupas do armário, vou virar uma porquinha rosa de verdade!
Bai Ling revirou os olhos. Embora não fosse grande, ser tratada como uma menininha era um pouco estranho. Mas já que ia ficar aqui à noite, só lhe restava usar aquilo.
— Muito obrigada! — agradeceu Bai Ling com um sorriso falso. Se ao menos houvesse roupas de outra cor...
Joel deu de ombros e disse:
— Fico feliz que você goste!
— Da próxima vez, pode não ser tudo rosa? — Bai Ling não sabia por que disse aquilo, mas logo se cobriu o rosto e saiu correndo.
Joel ficou um pouco sem graça e disse:
— Meninas não gostam dessa cor?
Bai Ling se virou rapidamente e perguntou:
— Você costuma preparar roupas para meninas?
Joel deu de ombros e sorriu:
— Não. É que vejo algumas primas do meu clã assim, todas rosadas e fofas, como bonecas Barbie!
Bai Ling imaginou várias Barbies em vitrines, com um bando de corvos voando sobre sua cabeça, sem palavras. Virou-se para olhar outro lugar. Na mesa, havia um buquê de lírios frescos e vibrantes, com um vaso ao lado. Bai Ling colocou as flores no vaso, aproximou-se e respirou fundo. Que cheiro bom!
— Pequeno Joel, Pequena Bai Ling, venham comer! — gritou a tia Susan lá de baixo, com uma voz clara e penetrante, que Bai Ling ouviu perfeitamente do quarto no andar de cima.
— Joel, vamos descer! — Bai Ling queria sair daquele espaço um pouco ambíguo o mais rápido possível e respirar um ar fresco. Ela desceu correndo pelas escadas de madeira grossa, fazendo "tum-tum".
Joel olhou para as costas meio envergonhadas de Bai Ling e sorriu, descendo devagar atrás dela.
Seguindo o aroma forte, Bai Ling viu um leitão assado na mesa e começou a salivar. O cheiro intenso a envolvia, com bacon no ponto certo e grandes pãezinhos. À tarde, Bai Ling tinha se exercitado bastante, e ao ver aquele leitão assado, sua barriga já estava roncando de fome.
— Tia Susan, posso comer aquilo? O cheiro é tão bom! — Bai Ling, como uma gatinha gulosa, lambeu os lábios e estalou a boca.
Quando a língua rosada de Bai Ling deslizou pelos lábios, Joel sentiu o sangue subir à cabeça na hora. Imediatamente virou o rosto para o lado, com medo de se descontrolar de novo, e franziu a testa, usando uma expressão séria e fria para esconder o amor que transbordava.
— Claro que pode, foi preparado especialmente para você e o Joel. Deixe-me pegar um pedaço bem gostoso para você. — A tia Susan pegou a faca e escolheu com cuidado um pedaço de carne assada suculenta, entregando-o a Bai Ling.
Bai Ling não esqueceu que esta era a fazenda rural de Joel. Pegou o pratinho que a tia Susan lhe deu e o passou para Joel, dizendo:
— Coma primeiro!
Desde que desceu as escadas, o sorriso no canto da boca de Joel não desapareceu. Com os olhos cheios de alegria, ele recebeu o pratinho de Bai Ling, pegou o garfinho e provou um pedaço, dizendo:
— Muito gostoso!
Só então Bai Ling pegou o segundo pratinho da tia Susan. Com o garfo, pegou um pedacinho e colocou na boca. Macio, cheiroso. Bai Ling fechou os olhos satisfeita, saboreando a sensação do sabor preenchendo sua boca.
Vendo Bai Ling tão satisfeita, Joel também sentiu que a carne assada no prato era uma iguaria divina.
— Tia Susan, este é o melhor leitão assado que já comi! — elogiou Bai Ling sinceramente.
— Ha ha! — O tio Mike entrou de fora com uma garrafa de vinho tinto. — Este é um vinho que fiz há dez anos. Prove como está?
— Velhote, a Pequena Bai Ling é nova demais para beber! — a tia Susan riu e repreendeu. Aquele velho estava cada vez mais sem limites.
Bai Ling largou o prato e disse:
— Na verdade, um pouquinho não faz mal! — Ela fungou, sentindo o aroma do vinho no ar, e engoliu a saliva.
O tio Mike rapidamente serviu meia taça de vinho para Bai Ling e Joel, dizendo:
— Provem, garanto que não vão esquecer!
Bai Ling pegou a taça brilhante, balançou-a, levou-a aos lábios e deu um gole, apreciando. Depois, sorriu e elogiou:
— Tio Mike, você é demais! Este é o melhor vinho que já bebi!
O tio Mike riu orgulhosamente. Durante toda a refeição, Bai Ling, o tio Mike e a tia Susan conversaram animadamente. Joel não disse nada, apenas ficou sentado em silêncio, tomando um gole de vinho de vez em quando e sorrindo ao ver Bai Ling gesticulando enquanto falava.
Depois do jantar, a tia Susan trouxe uma tábua de frutas, todas cultivadas na fazenda.
Bai Ling pegou uma maçã grande, deu uma mordida e disse:
— Tia Susan, quando eu voltar amanhã, posso levar algumas frutas? Estas frutas são muito boas, eu adoro!
— Claro que pode, desde que você goste! — respondeu a tia Susan com um sorriso aberto e generoso.
— Obrigada, tia Susan é a melhor! — Bai Ling abraçou aquela senhora loira e gorducha, fazendo um carinho. — Onde está o telefone? Preciso ligar para a minha mãe, senão ela vai se preocupar.
— Vou te levar para ligar! — a voz de Joel soou ao lado, pegando a mão de Bai Ling e a levando para a sala de estar não muito longe.
Ao ver o telefone, Bai Ling correu, pegou o aparelho e discou o número ansiosamente. Depois de apenas dois toques, atenderam do outro lado:
— É a Xiao Ling?
— Sim, mãe. Estou na fazenda rural com o Joel. Aqui está chovendo, então vamos ficar aqui esta noite e voltar amanhã de manhã. — Bai Ling falou animadamente, quase gesticulando. — Mãe, esta fazenda rural é maravilhosa! Eu adorei! Hoje até montei a cavalo! A sensação de montar é incrível, como se pudesse alcançar o vento. Me diverti muito hoje. Não se preocupe, vou cuidar de mim.
— Tem lugar para ficar? — perguntou Bai Han preocupada. Depois de passear com Sith, ao voltar para a casa no bairro diplomático e ver que Bai Ling ainda não tinha voltado, ficou muito ansiosa. Só depois que Sith foi até o Catar é que soube que ela tinha ido para a fazenda rural com Joel.
Pensar que a filha, uma menina, tinha saído com um rapaz mais velho, nenhuma mãe ficaria tranquila. Até Sith se sentiu desconfortável, como se tivessem roubado seu tesouro.
— Tem, sim. O Joel me levou para ver o quarto há pouco. É tipo um quarto de princesa, muito bonito! — respondeu Bai Ling, sem pensar que a mãe e o pai Sith do outro lado da linha estavam preocupados com ela sendo "sequestrada".
— Você pode passar o Joel para falar? — Bai Han ainda não estava tranquila e queria dar algumas instruções a Joel. Embora confiasse que Joel era um cavalheiro, Bai Han precisava ouvir a garantia dele pessoalmente, senão não ficaria sossegada.
Bai Ling olhou para Joel ao lado e disse:
— Joel, a minha mãe quer falar com você. — E passou o telefone para ele.
Joel tinha visto Bai Ling falando com a Sra. Si ao telefone, mas não era alemão, devia ser chinês. Joel não entendeu e sentiu um pouco de frustração, só podia adivinhar pela expressão de Bai Ling que ela estava feliz e contente.
— Olá, Sra. Si! — a voz suave de Joel chegou aos ouvidos de Bai Han pelo fio.
Bai Han respirou fundo e disse:
— Joel, a Xiao Ling ainda é nova. Por favor, cuide bem dela e não a deixe se machucar.
Joel já tinha adivinhado o significado profundo daquelas palavras e garantiu:
— Sra. Si, pode ficar tranquila! Vou cuidar bem dela. Amanhã, devolvo-a a você sem um arranhão!
— Obrigada! — agradeceu Bai Han. — Passe o telefone de volta para a Xiao Ling.
Bai Ling pegou o telefone de novo e disse:
— Mãe, eu sei. Ainda sou nova, não vou fazer nada de errado, está bem? — Bai Ling sabia que a mãe estava sendo tão prolixa porque estava preocupada com ela e Joel "fazendo coisas erradas".
— Isso é o mínimo. Meninas precisam se proteger bem! — repetiu Bai Han. — Ah, e o seu pai Sith está aqui ao lado esperando há um tempão. Quer falar com ele?
Bai Ling sorriu com compreensão e respondeu:
— Claro que sim! Quero falar com o pai Sith!
— Xiao Ling, não fique brava com o seu pai Sith, hein? Sua mãe e eu estamos naquela fase de recém-casados, então acabei te deixando de lado um pouco. Não fique chateada, viu? O pai Sith vai compensar depois! — garantiu Sith. Já tinha sido reclamado pela esposa Bai Han por um bom tempo. Se não mostrasse algo, além de não ter a fase de recém-casados, provavelmente nem entraria no quarto.
Bai Ling riu gostosamente:
— Pai Sith, ainda não pensei no que quero. Vou anotar primeiro. Já está tarde, vou para o quarto descansar. Você viajou de avião hoje e ainda acompanhou a mamãe, deve estar muito cansado. Descanse bem! Beijinhos, beijinhos!
Sith ficou emocionado com aqueles dois "beijinhos" de Bai Ling, quase chorando de alegria. Não tinha sido em vão ter mimado aquela filha.
Depois de desligar o telefone, Bai Ling foi para o quarto, pronta para se lavar e descansar. Não tinha tirado soneca ao meio-dia e tinha se divertido muito à tarde, então estava com muito sono.
Abriu o armário, encontrou um roupão de algodão rosa e uma calcinha rosa, tomou um banho no chuveiro, secou o cabelo até ficar quase seco, deitou-se na cama e fechou os olhos, sentindo a maciez da cama. Que conforto!
— Pequena Bai Ling, abre a porta. Trouxe um pouco de água, caso você fique com sede à noite! — a tia Susan bateu na porta com um sorriso, segurando uma garrafa térmica.
Bai Ling pulou da cama rapidamente, abriu a porta e disse:
— Obrigada, tia Susan! O leitão assado que você fez estava delicioso! Agora estou mesmo com um pouco de sede.
A tia Susan deu um beijo na cabeça de Bai Ling e disse:
— Se gostou, venha sempre. Vou fazer muitas comidas gostosas para você! Já está tarde, descanse bem. Tenha bons sonhos!
Depois de fechar a porta, Bai Ling trancou-a e deitou-se na cama tranquilamente, caindo num sono profundo.
No meio da noite, ouviu-se um leve som de porta se abrindo. Joel entrou por outra porta ao lado do banheiro. Acontece que o quarto onde Bai Ling estava dormia era conectado ao quarto de Joel. Depois do jantar, Joel voltou ao quarto, se lavou, mas não conseguia dormir. Ficou pensando em cada minuto que passou com Bai Ling naquele dia. Cada sorriso e cada careta de Bai Ling estavam gravados na mente de Joel. Depois de lutar consigo mesmo por metade da noite, finalmente encontrou uma desculpa: só dar uma olhada, ver o rosto de Bai Ling dormindo e voltar. Só uma olhada!
Depois de uma luta intensa, a ação de Joel venceu a razão, e ele empurrou a porta que dava para o quarto de Bai Ling. Na verdade, aqueles dois quartos eram preparados para casais. Ter dois quartos era uma tradição antiga, para que ambos pudessem descansar bem.
Joel chegou perto da cama de Bai Ling e olhou para o rosto dela enquanto dormia. Uma das pernas de Bai Ling estava esticada para fora do cobertor, travessa, pressionando o edredom. Por causa da posição estranha, o pescoço de Bai Ling estava um pouco torto, e ela roncava baixinho.
Joel puxou o cobertor para cobrir a perna de Bai Ling, com medo de que ela pegasse frio. Depois, segurou a cabeça de Bai Ling com as duas mãos, tentando endireitá-la para que ela dormisse mais confortavelmente e não roncasse. Mas Joel sentiu algo úmido e escorregadio. Acontece que Bai Ling, que estava roncando baixinho e dormindo de lado, tinha babado muito! Joel balançou a cabeça e sorriu silenciosamente.
Talvez sentindo algo estranho ao lado, Bai Ling virou o corpo e continuou dormindo. Joel deu um beijo na testa de Bai Ling, apertou de leve o rostinho dela e se virou para sair.
Bai Ling teve uma noite de sonhos maravilhosos. Uma hora estava montando a cavalo, outra hora estava num jardim, outra hora comendo leitão assado. No sonho, ela abraçava a cabeça do porco, mastigando feliz, mas a cabeça do porco ganhava vida e mordia o rosto dela. Então, Bai Ling acelerava a mastigação até acabar com a cabeça do porco, lambia os lábios satisfeita e voltava a dormir.
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Na manhã seguinte, Bai Ling acordou com o canto dos pássaros do lado de fora da janela. A luz do sol entrava pelas janelas, espalhando muitos pontos de luz no chão. Como tinha chovido no dia anterior, o ar estava muito fresco, como se tivesse lavado a poeira.
Bai Ling espreguiçou-se, lavou-se rapidamente e, vendo que ainda era cedo, deu uma volta pela fazenda e começou a praticar a técnica da faca. Como não tinha faca, usou um pedaço de madeira. Joel veio de outra direção e, ao ver Bai Ling se exercitando, parou para observar.
Cerca de quinze minutos depois, Bai Ling fez o movimento de encerramento e disse:
— Bom dia, Joel!
— Bom dia! Dormiu bem? — perguntou Joel baixinho, pegando uma toalha para enxugar o suor.
Bai Ling riu alegremente:
— Tive uma noite de sonhos maravilhosos! Teve uma cena muito engraçada: eu estava mastigando uma cabeça de porco no sonho, mas acabei sendo mordida por ela!
Joel olhou para Bai Ling, graciosa e adorável, e ao ouvir a história de mastigar cabeça de porco e ser mordido por ela, ficou sem saber se ria ou chorava. Será que ontem à noite ele tinha sido confundido com uma cabeça de porco? Depois, sorriu de novo. Não é à toa que ela tinha babado ontem, devia estar sonhando com comida gostosa.
Joel contraiu os cantos da boca. Já que Bai Ling estava tão feliz, ser confundido com uma cabeça de porco não era problema.
— Gatinha gulosa! — disse Joel rindo.
— Você é que é gatinho guloso! Foi o leitão assado da tia Susan que estava delicioso demais! — rebateu Bai Ling. — Queria poder ficar mais uns dias aqui, mas não dá. Depois do café da manhã, vamos voltar, não é?
— Sim. Vai logo se lavar e trocar de roupa, já está ficando tarde.
Depois do café da manhã, o tio Mike e a tia Susan levaram Joel e Bai Ling até a porta, muito relutantes em se despedir.
Ao encontrar Michelle, ela perguntou sorrindo:
— Pequena Bai Ling, como foi na fazenda rural?
— Muito divertido! Tinha pássaros cantando e flores perfumadas por toda parte. O cheiro da terra era muito bom. O melhor foi que o Joel me levou para montar a cavalo e me ensinou a ordenhar vacas! Foi muito legal, adorei lá! — Bai Ling falou animadamente. Mas, sem querer, acabou falando de novo sobre o sonho de mastigar cabeça de porco e ser mordida.
Joel apenas ficou de lado, sorrindo enquanto ouvia a descrição animada de Bai Ling, que gesticulava sem parar.
Bai Han sentiu que a filha estava especialmente feliz naquele dia, gostando da vida e do ambiente de lá. Mas Joel era filho de Michelle, e ela o via crescer. Pelo sorriso suave de Joel, Michelle pareceu perceber algo. Quando Bai Han terminou a acupuntura em Michelle e foi preparar o remédio, o quarto ficou só com Michelle e Joel.
— Joel, não tem nada para contar para a sua mãe? — perguntou Michelle franzindo a testa.
Joel hesitou, deu um sorriso amargo. Achava que tinha escondido bem, mas ainda assim a mãe Michelle percebeu. Ele disse baixinho:
— Acho que me apaixonei por aquela pequenina.
Michelle ergueu as sobrancelhas, naturalmente adivinhando quem era a pequenina, e disse:
— A Pequena Bai Ling é uma boa menina, mas não é adequada para a nossa família.
— Eu sei! — Joel sorriu amargamente, com o coração apertado.
Michelle suspirou e consolou:
— Você está destinado a ser a esperança da família Rothschild, então a família não permite que você se case com uma garota de fora do clã. Já que não há destino, não continue se enredando. Pelo que vejo, a Pequena Bai Ling ainda não sabe. Já que não sabe, que nunca saiba. Se você for teimoso, pode trazer problemas sem fim para ela e depois perdê-la.
Joel acenou com a cabeça, com os olhos ardendo, uma névoa quente de lágrimas subindo. Como se falasse sozinho, disse:
— Desde pequeno, foi com o amor da mãe e da família que consegui perseverar até agora. Desde pequeno, não tive amigos, meus amigos eram apenas alguns animais que não falavam, e me sentia muito solitário por dentro. Até conhecer a Pequena Bai Ling. O sorriso dela, como um sol radiante, sem avisar, de repente, iluminou meu coração, fazendo com que meu interior não tivesse mais apenas solidão, mas um pouco de calor, um pouco de luz.
Michelle olhou para o filho, sentindo uma grande dor no coração, mas a missão da família a sufocava. De um lado, a herança da família; do outro, a felicidade do filho. Michelle não conseguia escolher.
— Joel, a Bai Ling ainda é nova. Vamos esperar alguns anos, está bem? Talvez a Bai Ling não seja adequada para você? Ou talvez haja outra reviravolta? — Michelle, sem conseguir decidir, deixou para o tempo, na esperança de que, com o passar dos anos, Joel pudesse esquecer Bai Ling.
Joel ergueu a cabeça, ficou um tempo assim e disse:
— Mãe, eu sei o que fazer. Não se preocupe comigo, vou saber lidar com a relação entre mim e a Bai Ling.
Michelle acenou com a cabeça, feliz interiormente pela maturidade do filho.
Nesse momento, Bai Han veio ajudar Michelle com a acupuntura, e Bai Ling ficou como assistente. Embora fosse apenas um trabalho simples como limpar as agulhas, Bai Ling o fazia com cem por cento de seriedade. Aquela expressão tão concentrada fez Joel se distrair mais uma vez.
— Michelle, você está muito bem agora. Volto amanhã. — Bai Han sorriu, feliz de verdade por Michelle.
— Tia Michelle, desejo-lhe uma rápida recuperação! — disse Bai Ling sorrindo. — Até amanhã!
Sith veio buscar Bai Han e Bai Ling, e os três foram passear.